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Plínio quer investigar venda de mineradora para estatal chinesa

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O senador Plínio Valério (PSDB-AM) voltou a criticar, em pronunciamento nesta quarta-feira (4), a venda da empresa Mineração Taboca para uma estatal chinesa. A Taboca é responsável pela exploração de estanho, nióbio, urânio, ítrio e outros minérios na mina de Pitinga, em Presidente Figueiredo (AM).

O senador alertou para os impactos financeiros e estratégicos da negociação e pediu investigação sobre os detalhes da operação. Ele enfatizou que o valor pago pela estatal chinesa China Nonferrous Metal mining Group — US$ 340 milhões ou cerca de R$ 2 bilhões — é inferior ao potencial das riquezas existentes na mina.

— Se essa venda seguiu os trâmites legais, a gente pode ir para a área do tributo; se não seguiu, tem que melar essa venda. A mina contém imensas riquezas, o que não dá nem para mensurar.  Tudo isso num estado pobre, onde quase 3 milhões de amazonenses não têm R$ 11 por dia. E temos que ficar assistindo aos chineses comprarem essa riqueza, explorarem e levarem — lamentou.

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Segundo Plínio, a mina possui reservas “estratégicas” de urânio e outros minerais cuja exploração é competência exclusiva da União. Ele questionou a legalidade da transação e a “indiferença” das autoridades brasileiras frente ao caso.

— São minérios que não podem sair do Brasil. Montanhas de minerais foram vendidos para os chineses, e ninguém diz nada. Ítrio é o mineral com que se fabrica bateria de carro. É o mineral que vai ter o maior valor daqui para frente. Tiraram o estanho e iam acumulando o que não tiravam, e tem montanhas e montanhas disso que eles chamam de rejeitos — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes aponta dificuldades na candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência

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Foto Mayke Toscano

O ex-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (23) que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República enfrenta um cenário de instabilidade e incertezas para as eleições de 2026. Segundo Mendes, os rumores sobre uma possível desistência e disputas internas têm afetado a imagem do projeto político da direita.

Em entrevista à imprensa, Mendes afirmou que há “muitos ruídos” nos bastidores envolvendo o nome de Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para representar o grupo político na corrida presidencial. “O cenário hoje ainda está muito indefinido. Existem muitos rumores de eventual desistência, muito fogo amigo e fogo inimigo”, declarou.

Apesar de avaliar negativamente a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mauro Mendes disse que a direita ainda enfrenta dificuldade para consolidar uma liderança nacional. Para ele, a falta de um nome forte aumenta a incerteza sobre a disputa de 2026. “Existe um vácuo de grandes lideranças. O Flávio está tentando se firmar, mas essa névoa de expectativa não é positiva”, afirmou.

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