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Moro critica política econômica do governo Lula

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Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (17), o senador Sergio Moro (União-PR) declarou que “o Brasil enfrenta um cenário econômico preocupante”. Segundo ele, o discurso do governo federal, que prevê “colheita de resultados” em 2025, não reflete a realidade atual.

O parlamentar destacou o aumento da dívida pública e o endividamento das famílias e do setor privado. Moro disse a política econômica atual tem elevado a dívida pública, comprometendo investimentos em áreas essenciais.

— Há poucos dias, o ministro [da Justiça e da Segurança Pública] Ricardo Lewandowski, num ato falho, confessou que a área da segurança pública sofreu um brutal corte orçamentário. Sustaram os concursos. Onde esse dinheiro foi colocado, ninguém sabe.

O senador comparou a situação econômica do país à da Argentina. Ele afirmou que “o país liderado por Javier Milei está adotando medidas acertadas e já apresenta sinais de recuperação”, enquanto o Brasil estaria em uma situação de descontrole econômico, sem planejamento e sem reformas estruturais.

— Nós estamos vendo um derretimento dos fundamentos da nossa economia. Nós estamos vendo a dívida pública explodir. Foram 6% de crescimento da dívida pública de dezembro de 2022 a junho deste ano. A continuar nesse ritmo, nós estaremos cada vez mais hipotecando o futuro das gerações seguintes, porque a dívida cresce, os juros crescem, o serviço da dívida fica maior, e vai faltando dinheiro para as obras, vai faltando dinheiro para o serviço público de segurança, de educação e de saúde.

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Moro também disse que “o governo Lula prioriza interesses eleitorais em detrimento do futuro do país”. Para ele, existe uma insistência no aumento de gastos e no loteamento político-partidário do governo que pode levar a uma recessão semelhante à de 2014.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes aponta dificuldades na candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência

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Foto Mayke Toscano

O ex-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (23) que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República enfrenta um cenário de instabilidade e incertezas para as eleições de 2026. Segundo Mendes, os rumores sobre uma possível desistência e disputas internas têm afetado a imagem do projeto político da direita.

Em entrevista à imprensa, Mendes afirmou que há “muitos ruídos” nos bastidores envolvendo o nome de Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para representar o grupo político na corrida presidencial. “O cenário hoje ainda está muito indefinido. Existem muitos rumores de eventual desistência, muito fogo amigo e fogo inimigo”, declarou.

Apesar de avaliar negativamente a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mauro Mendes disse que a direita ainda enfrenta dificuldade para consolidar uma liderança nacional. Para ele, a falta de um nome forte aumenta a incerteza sobre a disputa de 2026. “Existe um vácuo de grandes lideranças. O Flávio está tentando se firmar, mas essa névoa de expectativa não é positiva”, afirmou.

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