MATO GROSSO
Atleta do programa social Jiu-Jitsu Rotam conquista medalha de campeão brasileiro
MATO GROSSO
Atleta do projeto social Jiu Jitsu Rotam, do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel Metropolitana, Renato de Oliveira Campos, retornou da capital paulista na terça-feira (27.06) com uma medalha de ouro do campeonato nacional promovido pela Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu Esportivo. Renato tem 30 anos e trabalha na área de Tecnologia da Informação (TI) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT).
Após vencer em nível nacional, Renato faz planos para competir em campeonatos internacionais. A meta agora é treinar e se inscrever na Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu (CBJJ), entidade que habilita os atletas a lutarem no exterior. O competidor está focado no Campeonato Sul-Americano de Jiu-Jitsu, marcado para o mês de setembro.
“Eu sentia a necessidade de praticar um esporte, só faltava a coragem. O primeiro que fiz foi Jiu-Jitsu, pelo qual me apaixonei logo no início”, conta Renato. “Esse é um esporte que ajuda não só no desenvolvimento físico, também melhora a gente na vida pessoal, te ajuda despertar calma. O jiu-jitsu é uma arte suave, com técnicas que exigem concentração e calma. Com treino e disciplina você faz um bom trabalho”, avalia Renato.
*Com supervisão de Alecy Alves
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas
O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.
A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.
Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.
Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.
O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
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