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VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS

Pelo fim da violência nas escolas

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MATO GROSSO

A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, manifestou nesta terça-feira (11) profunda preocupação e solidariedade às famílias envolvidas no episódio de violência ocorrido em uma escola estadual de Rondonópolis, onde uma adolescente de 13 anos foi esfaqueada por um colega de 16 anos dentro da sala de aula.

O caso chocou o Estado e reacendeu o debate sobre a necessidade de diálogo, fé e acolhimento emocional nas famílias e nas escolas.
Virginia contou que ficou abalada ao tomar conhecimento da notícia e buscou informações sobre o estado de saúde da jovem.

“Fiquei muito assustada quando li a notícia. Logo procurei saber como estava a menina e pedi a Deus pela recuperação dela e também pela vida de todos os envolvidos. Fui informada de que a jovem passou por cirurgia, está se recuperando e sendo acompanhada por uma equipe médica e pela Seduc”, disse a primeira-dama.

Virginia destacou a importância de fortalecer os laços familiares, a fé e o diálogo com os filhos como forma de prevenir atitudes extremas e gestos de violência.

“Precisamos ensinar nossas crianças e adolescentes a lidar com os sentimentos, a buscar ajuda, a conversar com os pais e professores quando estiverem enfrentando dificuldades. E também precisamos aproximá-los de Deus, da igreja, da fé. A base de tudo é o amor, o respeito, a empatia e a fé. O que está faltando muitas vezes é o olhar atento, o abraço, o diálogo e o exemplo dentro de casa”, afirmou.

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A primeira-dama reforçou ainda o compromisso de continuar defendendo políticas públicas que promovam a saúde emocional e o fortalecimento dos vínculos familiares. Segundo ela, a paz e a convivência saudável nas escolas dependem do exemplo e da presença constante dos pais.

“Nada substitui o amor dentro de casa. É lá que começa a formação do caráter e o desenvolvimento da empatia. Que possamos cuidar mais uns dos outros, ouvir mais e julgar menos. Só assim conseguiremos evitar tragédias como essa”, completou.

Em nota, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) afirmou que a equipe escolar e psicossocial prestou atendimento imediato aos estudantes, que as famílias foram comunicadas, e que todas as medidas cabíveis estão sendo adotadas conforme o regimento escolar. A pasta destacou ainda que a unidade onde o fato ocorreu está na lista de escolas que serão transformadas em Escolas Cívico-Militares, reforçando os princípios de respeito, disciplina e segurança.

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MATO GROSSO

Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

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Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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