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Verde Novo faz plantio de mudas de árvores em Centro de Educação Infantil de Cuiabá

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O período da tarde da segunda-feira (05 de setembro) foi dedicado ao meio ambiente com o plantio de mudas de árvores nativas e frutíferas no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Paulo Ronan Ferraz Santos, no Residencial Ilza Terezinha Picolli, no Bairro 1º de Março, na Capital.
 
A ação foi idealizada pelos pedagogos Lindoclecio Besarria da Silva e Pâmela Cristina Barbosa de Assis, Técnicos em Desenvolvimento Infantil (TDI) da unidade de ensino, autores do Projeto Árvore Querida, e contou com a parceria do Projeto Verde Novo na doação das mudas.
 
De acordo com Lindoclecio Besarria, o propósito do plantio é despertar o interesse e envolvimento das crianças com os processos de sustentabilidade. “Essa é nossa contribuição para que Cuiabá reconquiste o título de ‘Cidade Verde’”, sustentou Lindoclecio.
 
A colega dele, a TDI Pâmela Assis disse ser uma satisfação preparar essas crianças para o futuro ensinando a preservar o meio ambiente. Foram plantadas quatro mudas, e outras também vão ser plantadas semanalmente até chegar 21 de setembro, Dia da Árvore. O CMEI Paulo Ronan atende 236 crianças de zero a cinco anos e 11 meses, nos períodos matutino e vespertino.
 
O diretor da unidade, Juciley Augusto de Almeida, parabenizou os pedagogos TDIs pela iniciativa de estimular na meninada a importância pela preservação e conservação ambiental. O dirigente agradeceu o Poder Judiciário pela disposição em atender esse evento, que é de extrema relevância para os alunos, professores, técnicos e também para a comunidade na qual o CMEI está inserido.
 
A engenheira florestal do Juizado Volante Ambiental (Juvam) de Cuiabá, Rosiani Mendes Carnaíba, comemorou mais uma ação do Verde Novo em prol da arborização na cidade. Ela também descreveu a emoção de perceber como muitas crianças já entendem o sentido da preservação quando se planta uma árvore. “Alguns até disseram que gostam de plantar porque os avó, e pais, ensinam. Isso é lindo. Isso é consciência. Maravilha”, frisou a engenheira.
 
Verde Novo – É um projeto da Justiça estadual, coordenado pelo Juvam, com cooperação técnica do Município de Cuiabá e o Instituto Ação Verde, e conta ainda com o patrocínio do Grupo Petrópolis, responsável pela doação das mudas de árvores nativas e frutíferas. O Verde Novo envolve também parceria com a TV Centro América e a Concessionária de Energia Energisa na divulgação das ações.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagem: Foto 1 – Imagem no formato vertical colorida – as crianças em círculo, a maioria de uniforme branco e verde claro, acompanham os preparativos para o plantio de mudas. Foto 2 – Em formato vertical colorida – engenheira florestal e o autor do projeto na escola orientam crianças para o plantio de árvore. Foto 3 – Autor do projeto faz plantio de muda observado por crianças.
 
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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