MATO GROSSO
Unidades administrativas participam de treinamento sobre sistema
MATO GROSSO
Com a informatização do processo de construção da peça orçamentária anual, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso deixa de lado as planilhas e passa a implementar um novo modelo de gestão. Nesta sexta-feira (10), representantes das unidades administrativas da Procuradoria-Geral de Justiça assistiram a uma apresentação sobre o Sistema Informatizado de Apoio à Gestão da Execução Orçamentária (SIAGEO).
“Estamos dando um passo significativo na construção da peça orçamentária do próximo exercício. Até o ano passado, utilizávamos planilhas e a tramitação de e-mail para acesso às informações na elaboração do orçamento. Temos a certeza que esta ferramenta proporcionará mais eficiência e confiabilidade nas informações que são trafegadas”, destacou a promotora de Justiça auxiliar da PGJ e coordenadora do Planejamento Estratégico, Hellen Uliam Kuriki.
O diretor-geral, Ricardo Dias Ferreira, enfatizou que a implementação de um sistema informatizado para a construção e acompanhamento do orçamento é um anseio de todos que já trabalharam ou trabalham com orçamento na instituição. “Esse sistema foi construído a várias mãos e vai proporcionar melhorias e evolução da gestão orçamentária”, afirmou.
A chefe do Departamento de Planejamento e Gestão (Deplan), Annelyse Cristine Cândido Santos, destacou que a informatização possibilitará um salto a mais para a organização institucional. E anunciou que durante o mês de junho outros diálogos serão realizados relativos ao planejamento orçamentário.
MATO GROSSO
Professor da UFMT é condenado por perseguição contra ex-companheira em Cuiabá
O professor de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Saulo Tarso Rodrigues, foi condenado pela 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá pelo crime de perseguição contra a ex-companheira. A decisão fixou pena de 10 meses e 15 dias de prisão, em regime inicial aberto, além do pagamento de R$ 3 mil por danos morais.
De acordo com a sentença, o caso envolve episódios registrados em 2022, quando o professor teria enviado diversos e-mails à vítima, insistindo em retomar o contato mesmo após ela limitar a comunicação a assuntos relacionados aos filhos. Para a Justiça, as mensagens apresentavam caráter insistente e intimidatório.
A defesa questionou a validade dos e-mails e pediu a anulação de uma audiência, mas os argumentos foram rejeitados pelo magistrado, que considerou as provas suficientes para a condenação.
A pena foi suspensa por dois anos, mediante o cumprimento de condições impostas pela Justiça. O professor poderá recorrer da decisão em liberdade.
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