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“Isso que ocorre no DAE é caso de polícia”, afirma senador Jayme Campos

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Ações têm prejudicado o abastecimento de água em Várzea Grande

O prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL) e o senador Jayme Campos (UB) reconhecem que vandalismo e criminalidade estão afetando o abastecimento de água realizado pelo Departamento de Água e Esgoto (DAE) e que as consequências desses atos atentam contra dignidade da população várzea-grandense. Os dois se encontraram em Brasília, ontem (12).

O senador declarou que essas práticas são criminosas. “Isso é caso de polícia, deve ser investigado. Infelizmente, essas práticas criminosas estão afetando toda população várzea-grandense. Acredito que a prefeita Flávia Moretti está tomando as devidas providências”, relata Jayme.

O prefeito de Cuiabá prestou solidariedade ao povo várzea-grandense e afirmou que trabalhará junto com a prefeita Flávia Moretti (PL) para solucionar o problema. Abílio também citou os crimes de roubos de cabos, vandalismo nos equipamentos de captação, roubo de geradores, entre outros.

“Somos cidades-irmãs e já nos comprometemos em trabalhar juntos pelos dois municípios. Vou pedir aos representantes federais, aos estaduais e ao governador Mauro Mendes para prestarem apoio a Várzea Grande”, relata Abílio.

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Prefeita aciona Justiça para obrigar Câmara a votar projetos em sessão extraordinária

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), ingressou com um mandado de segurança para que a Justiça determine ao presidente da Câmara Municipal, Wanderley Cerqueira (MDB), a convocação de uma sessão extraordinária para votar projetos considerados urgentes pela administração.

Na ação, o Executivo alega que a ausência da sessão impede a apreciação de propostas essenciais para a gestão financeira do município, entre elas um projeto que amplia o limite para abertura de créditos suplementares e outro que autoriza o parcelamento de débitos previdenciários. Segundo a Prefeitura, a situação pode comprometer a execução de recursos destinados à Saúde e a outras áreas da administração.

O município também afirma que 14 dos 23 vereadores assinaram requerimento favorável à convocação da sessão e pede que a Justiça fixe multa diária ao presidente da Câmara em caso de descumprimento de eventual decisão.

Em nota, a Câmara Municipal negou omissão e afirmou que a sessão extraordinária só pode ser convocada após a conclusão da tramitação das matérias nas comissões permanentes. O Legislativo também argumentou que a própria Prefeitura retirou projetos anteriores durante a tramitação e destacou que já aprovou mais de R$ 155,6 milhões em remanejamentos orçamentários solicitados pelo Executivo em 2026.

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A Câmara informou ainda que apresentará sua defesa caso a Justiça determine o prosseguimento da ação.

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