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Senado celebra 48 anos da Anamatra, associação de juízes do Trabalho

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O Senado promove na segunda-feira (11), às 10h, sessão especial em homenagem aos 48 anos de criação da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra). A iniciativa é do senador Rogério Carvalho (PT-SE).

Fundada em 28 de setembro de 1976, em São Paulo, a Anamatra foi criada “com a finalidade de congregar os juízes do Trabalho do país em torno de seus objetivos e interesses comuns”, destaca o senador no requerimento de homenagem à entidade (RQS 439/2024).

Rogério Carvalho afirma que a presença da associação na discussão dos problemas de maior interesse da sociedade brasileira é marcante. Nesse sentido, merecem realce as diversas ações realizadas pela Anamatra, que abrangem desde a defesa das garantias da magistratura no regime militar, passando pela Assembleia Nacional Constituinte, pela Emenda Constitucional 24/1999 [que extinguiu a representação classista na Justiça trabalhista e instituiu as varas do Trabalho] e, mais recentemente, a luta contra a flexibilização do direito do Trabalho e ampliação da estrutura da Justiça do Trabalho”, ressalta o autor da homenagem.

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O parlamentar destaca que os primeiros anos de existência da Anamatra foram “difíceis e tempestuosos”, pois no país ainda estava vigente o Ato Institucional nº 5, instrumento de repressão política adotado pelo governo militar. Na época, os juízes não eram vitalícios e corriam o risco de sofrer acusações que resultassem em aposentadoria ou cassação, com suspensão dos direitos políticos e perda do cargo — fato que ocorreu com vários membros do Ministério Público, juízes e desembargadores, ressalta o senador.

Atualmente, a Anamatra é presidida por Luciana Paula Conforti (biênio 2023–2025) e tem como vice-presidente Valter Souza Pugliesi, eleito para o mesmo período.

O requerimento de homenagem à Anamatra foi assinado também pelos senadores Esperidião Amin (PP-SC), Damares Alves (Republicanos-DF), Paulo Paim (PT-RS), Fabiano Contarato (PT-ES), Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Humberto Costa (PT-PE) e Zequinha Marinho (Podemos-PA).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes aponta dificuldades na candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência

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Foto Mayke Toscano

O ex-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (23) que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República enfrenta um cenário de instabilidade e incertezas para as eleições de 2026. Segundo Mendes, os rumores sobre uma possível desistência e disputas internas têm afetado a imagem do projeto político da direita.

Em entrevista à imprensa, Mendes afirmou que há “muitos ruídos” nos bastidores envolvendo o nome de Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para representar o grupo político na corrida presidencial. “O cenário hoje ainda está muito indefinido. Existem muitos rumores de eventual desistência, muito fogo amigo e fogo inimigo”, declarou.

Apesar de avaliar negativamente a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mauro Mendes disse que a direita ainda enfrenta dificuldade para consolidar uma liderança nacional. Para ele, a falta de um nome forte aumenta a incerteza sobre a disputa de 2026. “Existe um vácuo de grandes lideranças. O Flávio está tentando se firmar, mas essa névoa de expectativa não é positiva”, afirmou.

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