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Girão acusa STF de usar ações judiciais para intimidar conservadores

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O senador Eduardo Girão (Novo-CE) afirmou, em pronunciamento nesta segunda-feira (31), que o Supremo Tribunal Federal (STF) tem atuado com seletividade ao conduzir processos contra políticos de direita e conservadores.

O parlamentar argumentou que “ações judiciais são usadas como como instrumento de intimidação”, especialmente contra parlamentares que criticam a Corte. Girão mencionou a cassação do mandato do deputado Deltan Dallagnol (Novo-PR) e processos envolvendo a deputada Carla Zambelli (PL-SP). Ele também citou a cassação de parlamentares do Amapá de perfil conservador.

— Está muito claro, como a luz do Sol: o objetivo é exterminar a direita e os conservadores! O Brasil precisa discutir isso com seriedade — declarou.

Segundo ele, parlamentares conservadores têm sido punidos com rapidez, enquanto processos ligados à esquerda seguem parados. Para o senador, a cassação de mandatos por divergência política compromete a independência do Congresso.

— O STF esmaga esta Casa, esmaga o Congresso, em tudo o que você possa imaginar. Se o Supremo começa a usar processos como ferramenta para dobrar partidos ou líderes políticos, estamos diante de uma grave ameaça partidária e à independência do Congresso Nacional — disse.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes aponta dificuldades na candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência

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Foto Mayke Toscano

O ex-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (23) que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República enfrenta um cenário de instabilidade e incertezas para as eleições de 2026. Segundo Mendes, os rumores sobre uma possível desistência e disputas internas têm afetado a imagem do projeto político da direita.

Em entrevista à imprensa, Mendes afirmou que há “muitos ruídos” nos bastidores envolvendo o nome de Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para representar o grupo político na corrida presidencial. “O cenário hoje ainda está muito indefinido. Existem muitos rumores de eventual desistência, muito fogo amigo e fogo inimigo”, declarou.

Apesar de avaliar negativamente a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mauro Mendes disse que a direita ainda enfrenta dificuldade para consolidar uma liderança nacional. Para ele, a falta de um nome forte aumenta a incerteza sobre a disputa de 2026. “Existe um vácuo de grandes lideranças. O Flávio está tentando se firmar, mas essa névoa de expectativa não é positiva”, afirmou.

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