POLÍCIA
Três homens são presos com armas de fogo e munições em Luciara
POLÍCIA
Policiais militares prenderam três homens, com idades entre 22 e 42 anos, por porte ilegal de arma de fogo, formação de quadrilha e invasão de propriedades rurais, neste sábado (28.05), no município de Luciara. Com a quadrilha, a PM apreendeu dois revólveres, uma espingarda e munições para o armamento.
Por volta de 15h30, durante diligências em busca de uma quadrilha, que estaria invadindo propriedades rurais e realizando crimes e ameaças contra os donos das fazendas, as equipes da PM receberam informações sobre a localização onde os criminosos estariam.
Os policiais se deslocaram até o endereço informado e não localizaram nenhum suspeito, porém, durante buscas pela residência, foram ouvidas vozes de homens em uma outra casa ao lado. As equipes foram até o imóvel e localizaram três homens, onde foi realizada abordagem e revista pessoal.
Com os suspeitos, foi localizado um revólver calibre .38 com munições e numeração raspada. Questionados se haviam mais armas na casa, os suspeitos levaram os policiais militares até o local onde estava mais um revólver calibre .38 e uma espingarda carabina de calibre 20.
Os criminosos foram perguntados sobre a documentação do armamento e os homens revelaram não possuírem registros das armas. Diante da situação, os suspeitos receberam voz de prisão pelo crime de porte ilegal de arma e foram conduzidos até o Núcleo da PM para registro do boletim de ocorrência, onde foram reconhecidos pelas vítimas das invasões.
Na sequência, os suspeitos foram encaminhados à Delegacia de São Félix do Araguaia, junto com todo o material apreendido, ficando à disposição da Polícia Judiciária Civil.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
POLÍCIA
Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil
A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.
A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.
De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.
Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.
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