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Saída de Jayme da disputa leva MDB a discutir candidatura própria ao Governo de MT

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A decisão do União Brasil de apoiar a pré-candidatura do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) ao Governo de Mato Grosso provocou uma reorganização nas articulações políticas para as eleições de 2026. Com a saída do senador Jayme Campos da disputa, o MDB passou a discutir a possibilidade de lançar candidatura própria ao Palácio Paiaguás.

A deputada estadual Janaina Riva confirmou que o partido avalia dois caminhos: apresentar um nome próprio ao Governo ou apoiar uma eventual candidatura do presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (Podemos).

“O partido passou a discutir a possibilidade de candidatura própria ou com o deputado Max Russi disputando o governo. São duas possibilidades”, afirmou.

Nos bastidores, a mudança é vista como consequência direta da derrota de Jayme Campos na convenção do União Brasil, que alterou o cenário das negociações entre as legendas.

Além de Janaina, o nome de Max Russi voltou a ganhar força nas articulações. Embora tenha declarado anteriormente que sua prioridade era disputar a reeleição para deputado estadual, o presidente da Assembleia classificou o novo cenário como um “fato novo” e não descartou novas conversas.

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O MDB deve intensificar as negociações nos próximos dias com partidos como PL, Republicanos e Podemos para definir se terá candidatura própria ou integrará uma aliança. As convenções de MDB e Podemos estão marcadas para o dia 4 de agosto e devem definir os rumos da legenda para a disputa ao Governo do Estado.

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Max Russi oficializa apoio do Podemos a Pivetta após consenso entre lideranças do partido

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O presidente estadual do Podemos, deputado Max Russi, afirmou que o partido desistiu de lançar candidatura própria ao Governo de Mato Grosso por não reunir, em tempo hábil, as condições políticas necessárias para viabilizar o projeto. A declaração foi feita nesta quarta-feira (5), durante a oficialização do apoio da legenda à candidatura à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

Segundo Russi, a intenção inicial da maioria da militância era disputar o Palácio Paiaguás, mas, após consultas à base partidária, prevaleceu o entendimento de que o cenário favorecia a manutenção da aliança com o grupo governista.

“Tempo exíguo, as condições não foram reunidas e isso fez com que a gente optasse por um projeto ao governo nos próximos quatro anos”, afirmou.

O deputado destacou que a decisão foi construída em conjunto com prefeitos, candidatos e lideranças do partido, e que o Podemos apresentou ao grupo governista uma série de pautas consideradas prioritárias, como valorização dos servidores públicos e políticas voltadas ao desenvolvimento do Estado.

De acordo com Russi, o histórico de alinhamento entre o Podemos e o Governo de Mato Grosso também pesou na decisão. “A nossa militância entendeu que o melhor caminho era caminhar com os Republicanos e com Otaviano Pivetta”, declarou.

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Com a definição, o Podemos encerra o projeto de candidatura própria e passa a integrar oficialmente a base de apoio à reeleição de Pivetta nas eleições de 2026.

CLICK AQUI e veja o video completos nas redes sociais do Deputado.

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