POLÍCIA
Polícia Civil prende em Sinop padrasto que abusou por mais de um ano de enteada
POLÍCIA
Policiais da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Sinop cumpriram, nesta sexta-feira (22.11), a prisão preventiva de um homem de 45 anos que abusou sexualmente da enteada, uma criança de nove anos.
A delegacia especializada foi comunicada no início deste mês pelo Conselho Tutelar que recebeu uma denúncia sobre uma criança que sofria abusos sexuais dentro de casa.
Imediatamente após a denúncia, os conselheiros foram até a residência da vítima, que havia faltado às aulas. A mãe da criança ficou nervosa com a presença dos conselheiros, que informaram que a menina seria levada à delegacia e a mulher poderia acompanhar a menor. A mãe não se manifestou na hora.
Ouvida em escuta especializada, a criança relatou os abusos por parte do padrasto e que o suspeito ainda a ameaçava, caso relatasse o que acontecia. Os abusos aconteciam desde o ano passado.
A Polícia Civil representou ao Poder Judiciário pela medida protetiva de afastamento do padrasto da residência, para que a criança pudesse retornar em segurança à sua casa. Contudo, foi necessário encaminhar a menor a um lar de acolhimento, pois a mãe não acreditou na filha.
A delegada Renata Evangelista representou pela prisão preventiva do padrasto. Após ser preso nesta sexta-feira, ele confessou em interrogatório os abusos e ainda disse que “via prazer no rosto da vítima”.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Polícia Civil mira grupo de traficantes que transportava drogas ocultadas em eletrodomésticos
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (2.6), a Operação Frete Frio, que mira um grupo criminoso suspeito de transportar drogas para outros estados escondidas em eletrodomésticos enviados por transportadoras. A ação cumpre ordens judiciais e busca interromper o esquema investigado pelas forças de segurança.
Na operação, são cumpridos três mandados de prisão preventiva, três mandados de busca e apreensão domiciliar e medidas de bloqueio de contas bancárias e ativos financeiros até o limite de R$ 400 mil por investigado. As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá.
As medidas foram decretadas com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) e são cumpridas nas cidades de Cuiabá, onde estão concentrados dois dos alvos, e em Aparecida de Goiânia (GO).
O cumprimento das ordens judiciais conta com o apoio das equipes da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil de Mato Grosso e da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Civil de Goiás.
Descoberta do esquema
A investigação foi iniciada em 27 de abril deste ano, após a apreensão de aproximadamente 15 quilos de cocaína ocultada no interior de um climatizador de ar despachado de Cuiabá com destino ao Estado de Goiás. O entorpecente estava dividido em 14 tabletes envoltos em fita adesiva e acondicionado dentro do eletrodoméstico. Posteriormente, a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) confirmou tratar-se de cocaína.
Em continuidade às investigações, os policiais da Denarc identificaram o responsável pelo despacho da encomenda em uma empresa de transporte localizada em Cuiabá. Por meio de imagens do circuito de monitoramento e comprovantes de pagamento via Pix, foi possível identificar um dos integrantes do grupo, apontado como responsável pelo envio da carga ilícita.
As investigações também revelaram que o climatizador utilizado para ocultar a droga foi adquirido por outro integrante do grupo, que teria realizado a compra do equipamento e solicitado a emissão da nota fiscal em nome de um terceiro investigado, morador de Aparecida de Goiânia (GO) e apontado como destinatário da encomenda.
“Os investigados atuavam na logística do transporte interestadual da droga, utilizando o envio de mercadorias e eletrodomésticos como mecanismos para ocultar os entorpecentes e dificultar a fiscalização policial”, explicou o delegado responsável pelas investigações, Ronaldo Binoti Filho.
Nome da operação
O nome “Frete Frio” faz referência ao método empregado pelo grupo criminoso, que utilizava equipamentos de climatização e o serviço regular de transporte de cargas para dissimular a movimentação de drogas entre estados, conferindo aparência de legalidade à atividade ilícita.
Operação Pharus
A operação integra as ações do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, inserida no Programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento das facções criminosas em todo o Estado.
Renarc
A investigação também integra os trabalhos da sexta fase da Operação Narke, da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento do Narcotráfico (Renarc).
A rede reúne os delegados titulares das unidades especializadas e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (Diopi), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para definir estratégias de enfrentamento ao narcotráfico em todo o país.
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