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Polícia Civil apreende veículo supostamente clonado e à venda em loja de garagem na Capital

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos Automotores (Derfva), apreendeu um veículo com suspeitas de se tratar de automóvel clonado, na tarde de terça-feira (12.04), em Cuiabá.

Um homem de 41 anos, proprietário da garagem onde o carro estava à venda, foi conduzido para esclarecimentos e poderá responder pelos crimes de receptação e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.

Durante diligências visando desarticular associações atuantes em crimes de roubo e furto de veículos, os policiais civis identificaram em Cuiabá, um Fiat Cronos clonado com placa de Niterói (RJ), pois o veículo original estava circulando normalmente no Rio de Janeiro.

Diante das informações a equipe da Derfva conseguiu localizar o referido Fiat Cronos, em um estabelecimento comercial no bairro Santa Rosa. O dono da loja informou que havia comprado o veículo em fevereiro, e depois descoberto que o recibo autenticado em cartório era falso.

Em seguida o veículo foi vistoriado e constatado vários indícios de adulteração, razão pela qual o responsável pelo comércio foi conduzido para esclarecimentos, e o Fiat Cronos apreendido para ser submetido a perícia oficial.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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