POLÍCIA
Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso envolvido com tráfico em Lucas do Rio Verde
POLÍCIA
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira (10.6), a Operação Mala Falsa, para cumprimento de 20 ordens judiciais com foco na desarticulação de um grupo criminoso envolvido com o tráfico de droga no município de Lucas do Rio Verde.
Na operação, são cumpridos 12 mandados de prisão preventiva e oito mandados de busca e apreensão expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Sinop.
As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Lucas do Rio Verde, iniciaram em janeiro deste ano, após a prisão de dois homens flagrados em posse de uma mala com oito quilos de entorpecentes.
Com o avanço das investigações, foi possível identificar um grupo criminoso voltado para atuação com o tráfico de drogas no município.
Com base nos elementos apurados, a delegada Paula de Fátima Moreira Barbosa representou pelas ordens judiciais contra os investigados, que foram deferidas pela Justiça.
Além da prisão dos alvos, o cumprimento das ordens judiciais resultou na apreensão de arma de fogo, entorpecentes e em um flagrante por tráfico de drogas. Os presos foram encaminhados para a Derf de Lucas do Rio Verde para as providências cabíveis e posteriormente serão colocados à disposição da Justiça.
As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos e desarticular o grupo criminoso.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
POLÍCIA
Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil
A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.
A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.
De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.
Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.
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