POLÍCIA
Foragido da Operação Themis é preso na Capital
POLÍCIA
Um foragido da Operação Themis, deflagrada na semana passada pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá, foi preso na noite desta quarta-feira (04.10), na Capital.
N.A.N.G., de 26 anos, foi preso na porta de sua residência, no bairro Pedra 90, por uma equipe da Polícia Militar.
Ele foi encaminhado à sede da DHPP, interrogado e nesta quinta-feira será apresentado em audiência de custódia no Fórum de Cuiabá.
O foragido é um dos investigados pela DHPP por homicídio qualificado, tortura e por integrar uma organização criminosa envolvida em crimes ocorridos em Cuiabá. Entre eles está a execução de um jovem na região do Cinturão Verde, no Pedra 90, há dois anos. Felipe Fernandes Rodrigues da Silva, de 21 anos, foi morto com vários disparos por membros da facção criminosa. Outro rapaz de 22 anos foi torturado.
Conforme a investigação, os membros da organização criminosa decidiram, às margens da lei, pela instalação do ‘tribunal do crime’ e, consequentemente, pela punição imputada às vítimas em decorrência de um suposto estupro praticado contra uma moradora da região do Pedra 90, que denunciou os dois rapazes à facção.
A equipe da DHPP apurou que fotos das vítimas circularam por um aplicativo de mensagens informando que Felipe Fernandes e o outro rapaz estavam sendo procurados pelo suposto crime.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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