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Ação recupera por meio de bloqueio bancário valor subtraído de vítima de extorsão pela internet

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Policiais civis da Delegacia Especializada de Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), em parceria com a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Várzea Grande, recuperam quantia subtraída de vítima de extorsão por meio eletrônico.

Na tarde de terça-feira (24), a vítima de 47 anos procurou a Derf de Várzea Grande para registrar a ocorrência. O comunicante relatou que há alguns dias recebeu uma solicitação de amizade de uma mulher na rede social do Facebook.

Após aceitar o pedido de amizade, ambos passaram a conversar e a amiga suferiu para conversar pelo WhatsApp, e poderem conversar com mais privacidade. Assim feito, a mulher passou a enviar fotos íntimas para a vítima, que enviou fotos também.

Posteriormente a mulher falou para o comunicante que era menor de idade. Passado algumas horas a vítima recebeu uma ligação pelo WhatsApp de uma pessoa, exigindo do comunicante R$ 7 mil para ajudar no tratamento da “menor de idade”, a qual havia apanhado dos pais.

Na ligação a pessoa também dizia que o Conselho Tutelar acompanhava o caso e os pais de menor haviam registrado queixa, bem como era para a vítima enviar em trinta minutos o valor de R$ 1 mil para ser tirada a queixa.

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Diante dos fatos, a vítima depositou a quantia de R$ 1 mil via PIX para a chave do banco indicada pelo golpista. Somente depois de fazer a transferência o comunicante percebeu que havia caído em um golpe de extorsão.

A DRCI foi acionada para dar apoio nas diligências, e conseguiu recuperar o valor subtraído da vítima mediante bloqueia bancário. As investigações continuam visando identificar e prender os envolvidos no crime.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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