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Seduc promove evento para debater especificidades da educação do campo

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A Secretaria de Estado de Educação, por meio da Coordenadoria de Educação do Campo e Quilombola (COCQ), realizará o 1°Fórum “Pensando perspectivas e avanços para a Educação do Campo”, entre os dias 12 e 13 de abril, no Hotel Fazenda Mato Grosso. O evento tem como objetivo possibilitar reflexão, discussão, escuta e colhimento das propostas político-pedagógicas dos profissionais da Educação do Campo.

O encontro tem estimativa de participação de 200 pessoas, entre elas diretores adjuntos regionais, coordenadores de gestão pedagógica e diretores das 135 escolas do campo do Estado. Entre os temas que serão discutidos estão o papel dos profissionais da educação do campo, as escolas agrícolas, a avaliação, o currículo, a gestão na educação do campo, entre outros.

O fórum busca trazer reflexões acerca de abordagens teóricas e metodológicas para a criação de um currículo que reconheça e valorize educação no campo e a produção de conhecimento do campo uma vez que, por muito tempo, ela foi concebida como uma cópia do urbano.

O evento irá contribuir para a escuta e colhimento das propostas político-pedagógicas voltadas a atualização da Resolução 003/2013 –CEE/MT, que dispõe sobre a oferta da Educação do Campo, no Estado de Mato Grosso.

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“Promover um fórum para a discussão da educação escolar do campo é um momento de grande importância para o Estado de Mato Grosso, pois, é a partir dele que será possível atender as especificidades da população que vive na zona rural e oferecer uma educação de qualidade pensada para esse público”, destaca a superintendente de Diversidades Educacionais da Secretaria de Estado de Educação, Lúcia Santos.

(Supervisão de texto de Evelyn Ribeiro).

Fonte: GOV MT

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TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas

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Foto: Alair Ribeiro/TCE-MT

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.

A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.

Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.

Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.

O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

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