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Explicando Direito: juíza Maria Rosi explica como funciona o Serviço de Atendimento Imediato

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Já está no ar a entrevista com a juíza responsável pelo Serviço de Atendimento Imediato (SAI), Maria Rosi de Meira Borba no programa Explicando Direito. Nessa edição, ela explica como funciona a atividade que assiste aos envolvidos em acidentes de trânsito sem vítimas (lesão corporal ou morte) em Cuiabá e Várzea Grande.
 
O SAI é um Juizado Volante instalado em uma van, que se desloca até o local do acidente e procura intermediar um acordo entre as partes, de modo a solucionar a pendência.
 
“Nós trabalhamos em rede com outras instituições para que o trânsito flua melhor e para que se tenha mais segurança. Nós fazemos um trabalho integrado que é importante para que todos ganhem”, ressaltou a magistrada durante a entrevista. Ele falou também sobre horário de funcionamento, quais veículos podem chamar o atendimento, batidas em que o veículo causador do acidente fugiu, dentre outros assuntos.
 
 
O Explicando Direito é uma iniciativa da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)  e tem como objetivo levar informações sobre Direito de forma simples e direta aos cidadãos. Além do site da Escola, o programa de rádio também é veiculado no site da Rádio TJ  e na Rádio Assembleia FM (89.5) , quando vai ao ar todas as segundas-feiras, às 8h45, e também nos intervalos da programação diária.
 
 
 
 
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Peça publicitária horizontal e colorida. Mulher veste roupa branca e fala ao microfone. Texto: Explicando Direito – juíza Maria Rosi de Meira Borba. Ouça Agora! Assina a arte o logo do Poder Judiciário.
 
 
Keila Maressa
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Max Russi defende fim do foro privilegiado para autoridades

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e do Podemos no Estado, Max Russi, declarou ser favorável ao fim do foro privilegiado para autoridades. Em entrevista ao podcast Política de Primeira, o parlamentar afirmou que o mecanismo já não se justifica no atual contexto democrático.

Segundo Russi, deputados, integrantes dos demais Poderes e outras autoridades deveriam responder a processos na primeira instância, sem tratamento diferenciado em razão do cargo que ocupam.

O presidente da ALMT afirmou ainda que o foro privilegiado fazia sentido em outros períodos da história, mas considera que a prerrogativa perdeu sua finalidade. Para ele, não há necessidade de manter esse tipo de tratamento especial para agentes públicos.

O foro privilegiado é um tema debatido no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal (STF), onde tramitam propostas e discussões sobre a possibilidade de restringir ou extinguir a prerrogativa de julgamento em tribunais superiores para autoridades.

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