POLÍTICA MT
Coronel Assis integra caminhada a Brasília e diz que ato representa indignação popular
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Em deslocamento pelo estado de Goiás, Coronel Assis ressaltou que a mobilização não se trata apenas de um gesto político, mas de uma demonstração pública de que a sociedade brasileira quer ser ouvida.
Para o parlamentar, a caminhada representa um chamado ao despertar cívico e à participação ativa da população nas decisões que impactam o futuro do Brasil.
A participação do deputado mato-grossense reforça o peso político da caminhada, especialmente por sua atuação como vice-líder da oposição na Câmara dos Deputados.
A expectativa é de que a chegada a Brasília concentre lideranças políticas e apoiadores, transformando a caminhada em um novo capítulo de pressão popular e articulação política no cenário nacional.
O movimento:
Nikolas teve a iniciativa de fazer a caminhada como forma de protesto contra os recentes acontecimentos na política brasileira, entre eles, a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O jovem deputado elenca diferentes “escândalos”, como a condenação dos envolvidos na tentativa de golpe em 8 de janeiro de 2023, a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Assis é um dos maiores críticos da perseguição de Lula e do STF contra políticos e apoiadores da direita no Brasil.
Recentemente, Assis criticou com veemência ao veto do presidente Lula ao projeto que previa a redução de penas para os condenados e perseguidos políticos pelos atos de 8 de janeiro de 2023. A decisão presidencial foi publicada no dia 08 de janeiro, exatamente três anos após o episódio.
Para o Coronel Assis, a escolha da data não foi mera coincidência, e sim um sadismo por parte do presidente para punir os opositores do atual governo.
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Podemos adia convenção e amplia prazo para definir alianças em Mato Grosso
O Podemos adiou para 4 de agosto a realização de sua convenção estadual, ampliando o prazo para definir sua estratégia nas eleições de 2026 em Mato Grosso. Segundo o presidente estadual da sigla, deputado Max Russi, a mudança atendeu a um pedido do senador Jayme Campos (União Brasil), que busca concluir as articulações internas de seu partido antes de avançar nas negociações com aliados.
Com a decisão, o Podemos pretende acompanhar os desdobramentos políticos antes de definir qual grupo apoiará na disputa pelo Governo do Estado. A legenda mantém diálogo com lideranças como Jayme Campos, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o senador Wellington Fagundes (PL).
Além das alianças, o partido também discute a possibilidade de indicar um nome para a vaga de vice-governador na chapa majoritária. A convenção do União Brasil está marcada para 30 de julho, enquanto o encontro do Podemos ocorrerá nos últimos dias do prazo previsto pela legislação eleitoral.
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