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Sefaz é finalista em premiação nacional com iniciativa de economia de energia

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Um projeto voltado à redução de custos com energia elétrica no Governo de Mato Grosso colocou o servidor da Secretaria de Fazenda (Sefaz), Victor Hugo Alves de Souza, entre os finalistas do Prêmio Conexão Inova 2025, promovido pela iniciativa da rede Conexão Inovação Pública.

A iniciativa, intitulada “Otimização dos Custos e Consumo de Energia Elétrica no Poder Executivo de Mato Grosso”, foi desenvolvida em parceria entre Sefaz e a Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) e concorre na categoria Ambiental, Social e Governança (ESG), voltada a projetos já implementados.

Com resultados expressivos, o projeto alcançou, em 2024, redução de 55% no consumo de energia elétrica, gerando uma economia de R$ 1,2 milhão aos cofres públicos estaduais. O modelo prevê o uso racional da energia contratada, evitando tanto o desperdício quanto o pagamento por consumo excedente.

“Projetos como esse mostram como é possível aliar eficiência administrativa e sustentabilidade. É uma realização profissional participar de algo que gera economia e melhora a gestão pública”, afirmou Victor Hugo, que atua na fiscalização dos contratos de energia da Sefaz.

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A proposta envolve o uso estratégico da modalidade de demanda contratada de energia, em que cada órgão define previamente o volume de energia a ser utilizado. O cálculo adequado evita o pagamento por consumo ocioso ou pela ultrapassagem do limite contratado, o que pode gerar tarifas mais altas.

Para garantir o funcionamento do sistema, são realizadas análises técnicas que consideram o perfil de consumo de cada secretaria. Entre os critérios estão o dimensionamento da demanda real, a tolerância máxima de uso acima do contratado e os limites mínimos de consumo para evitar a subutilização. O projeto conta com o respaldo técnico da Resolução nº 414 da ANEEL, que regulamenta esse modelo de contratação.

Secretarias como a de Desenvolvimento Econômico (Sedec) já aderiram à estratégia, o que tem contribuído para a ampliação dos resultados positivos em todo o Executivo Estadual.

A etapa final será realizada com apresentações ao vivo dos finalistas, e acontecerá durante o evento Convergência: Inovação Pública e Conexão Humana, entre os dias 2 e 4 de junho, em Belo Horizonte (MG).

*Com supervisão de Noelisa Andreola

Fonte: Governo MT – MT

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Wilson Santos defende mais autonomia e garantias a servidores da Ager

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O deputado estadual Wilson Santos (PSD) defendeu, durante sessão plenária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), nesta quarta-feira (1º), o fortalecimento institucional da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (Ager) e manifestou apoio à emenda supressiva apresentada pelas lideranças partidárias ao Projeto de Lei Complementar nº 21/2026 . A proposta retira do texto um dispositivo que permitiria às concessionárias contratar empresas privadas para fiscalizar os próprios serviços prestados, medida considerada prejudicial à atuação regulatória da agência.

Foi do parlamentar o projeto de lei que deu origem à Lei Estadual nº 7.101/1999 que criou a Ager, destacou que a agência exerce papel estratégico na fiscalização e regulação de serviços essenciais, como saneamento básico, rodovias, transporte coletivo, portos, gás canalizado, energia elétrica e telecomunicações. Para ele, a entidade precisa manter sua autonomia financeira, funcional e administrativa para atuar em defesa da população.

Durante o pronunciamento, Wilson Santos – que é dos parlamentares que garantiram 13 assinaturas da emenda proposta -, declarou que o projeto encaminhado pelo Poder Executivo não contempla as expectativas dos servidores da agência e defendeu mudanças que garantam maior independência aos profissionais responsáveis pela fiscalização. “Essa questão da Ager, o governo mandou para cá um projeto que não corresponde ao anseio dos servidores. E nós podemos ver agora, durante o processo de renovação da Energisa, o quanto a Ager precisa ser fortalecida. Tratar com uma gigante que fatura R$ 15 bilhões por ano exige uma instituição independente, autônoma, que não corra riscos de pressões de nenhum dos poderes, de nenhuma instituição e de nenhum governante”, declarou.

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Ele também voltou a criticar a renovação da concessão da distribuidora de energia em Mato Grosso, ao lembrar que a Assembleia Legislativa se posicionou oficialmente contra a prorrogação do contrato por mais 30 anos. “A Energisa pinta e borda com o contribuinte mato-grossense. Esta Casa de Leis fez uma manifestação oficial contra a renovação por mais 30 anos da concessão. Mesmo assim, a Aneel deu parecer unânime pela renovação e o Ministério de Minas e Energia renovou. A Energisa ganhou, mas Mato Grosso perdeu. Temos que ter uma instituição como a Ager poderosa. É uma instituição de Estado, ela cuida dos interesses dos contribuintes”, manifestou o parlamentar.

Durante a sessão, o Projeto de Lei Complementar nº 21/2026 foi retirado da pauta de votação, a expectativa é que o texto seja rediscutido entre o Governo do Estado, Casa Civil, os parlamentares e os servidores da Ager. “Eu sei que a Ager é tolhida de exercer, na plenitude, as suas prerrogativas. Por isso, precisamos aprovar um projeto que efetivamente dê aos servidores da Ager imunidade e condições de exercer plenamente suas funções de fiscais do povo. Conte conosco”, concluiu Wilson Santos.

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