Sorriso
Sorriso inaugura “Banco Vermelho” em homenagem a vítimas de feminicídio e reforça combate à violência de gênero
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Nesta sexta-feira, Dia Internacional da Mulher, a Prefeitura de Sorriso inaugurou o “Banco Vermelho”, monumento integrado a uma campanha mundial de enfrentamento à violência de gênero e em memória de mulheres vítimas de feminicídio. Instalado no Parque Ecológico Cláudino Francio, o projeto busca conscientizar a população, pressionar por justiça e reforçar políticas públicas de proteção às mulheres.
A cerimônia reuniu autoridades locais, estaduais e representantes do Judiciário, além de lideranças comunitárias. Em seu discurso a vereadora Silvana Perin destacou a necessidade de escuta ativa e proteção às mulheres: “A mulher deve ser protegida e ouvida. Precisamos agir para resguardar a vida das sorrisenses”. Já a vereadora Jane Delalibera reforçou o papel do poder público: “É nosso dever priorizar políticas que garantam dignidade e segurança às mulheres”.
O evento, liderado pela Secretaria Municipal da Mulher, contou com a presença do prefeito Alei Fernandes, da secretária Mara Fernandes, da senadora Margareth Buzetti, do deputado estadual Beto Dois a Um, do veeeador Diogo Kriguer, além de integrantes do sistema de Justiça, como a delegada Jessica Assis, a promotora Fernanda Pavilec, os juízes Anderson Candioto, Rafael Paniquer e Emanuelle Navarro, e a desembargadora Maria Erotides.
Em seu pronunciamento, o prefeito Alei Fernandes disse “Sorriso não tolera mais qualquer forma de agressão contra mulheres. Estamos unidos para garantir segurança, apoio às vítimas e responsabilização dos agressores”.
A iniciativa, além de homenagear vítimas, visa fortalecer a rede de apoio local e ampliar o diálogo entre instituições. Para a secretária Mara Fernandes, o ato consolida Sorriso como “referência regional na defesa dos direitos das mulheres”. A senadora Margareth Buzetti também ressaltou “Combater a violência exige ação conjunta: do Legislativo ao Judiciário, todos têm papel vital”.
O evento simbolizou a união entre poder público e sociedade civil, reforçando a mensagem de que a prevenção ao feminicídio e o acolhimento às vítimas são prioridades inegociáveis. Com o “Banco Vermelho”, Sorriso se soma a cidades de mais de 50 países que utilizam a arte urbana como instrumento de denúncia e transformação social.
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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março
Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).
“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.
Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.
O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.
Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.
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