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Senado analisará redução do limite de chumbo em tintas no Brasil

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O Senado deve analisar um projeto de lei que reduz o limite máximo permitido de chumbo em tintas e materiais similares de revestimento de superfícies. De acordo com o PL 3.428/2023, esse limite passa de 600 partes por milhão (ou 0,06%) para 90 partes por milhão (ppm). A proposta, de autoria do deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), foi aprovada pela Câmara dos Deputados no dia 16 de outubro, na forma de um texto substitutivo apresentado pelo deputado Márcio Marinho (Republicanos-BA), e segue agora para deliberação dos senadores.

Exceções são previstas para tintas de uso industrial e marítimo, que poderão manter o limite de 600 ppm, devido às necessidades técnicas, como no caso de tintas anticorrosivas à base de zinco e tintas marítimas anti-incrustantes.

O projeto também estabelece sanções para fabricantes e importadores que não cumprirem as regras, incluindo notificação, apreensão de produtos e multas proporcionais ao valor das mercadorias. A proposta revoga a Lei 11.762, de 2008, que atualmente regula os limites de chumbo em tintas no Brasil.

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De acordo com o deputado Arnaldo Jardim, o chumbo tem sido historicamente utilizado em tintas para intensificar cores, reduzir corrosão em superfícies metálicas e acelerar a secagem. No entanto, ele afirma que novas tecnologias, disponíveis desde 2008, permitem a produção de tintas sem adição de chumbo, preservando a qualidade e a performance dos produtos. “A redução para 90 ppm trará ganhos ambientais, sociais e internacionais ao Brasil”, explicou o parlamentar.

A justificativa da proposta também alerta para os riscos do chumbo à saúde humana e ao meio ambiente. “O chumbo, por ser uma substância tóxica, pode causar danos permanentes ao cérebro e ao sistema nervoso, anemia, aumento do risco de danos aos rins e hipertensão, além de prejudicar a função reprodutiva”, destacou o deputado.

Vinícius Gonçalves, sob supervisão de Patrícia Oliveira

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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André Janones é internado na UTI por problema cardíaco após debate da Band

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Odeputado federal André Janones (Rede-MG), de 42 anos, foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, na madrugada desta segunda-feira (19), após apresentar um quadro de arritmia cardíaca e falta de ar. A internação ocorreu poucas horas depois do debate presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado pela Rede Bandeirantes na noite de domingo (18).

A informação foi divulgada pelo portal Metrópoles. Segundo os relatos publicados, Janones apresentou alterações no ritmo dos batimentos cardíacos e precisou receber atendimento médico especializado.

O parlamentar deu entrada no hospital por volta das 2h da madrugada. Apesar da necessidade de internação na UTI, as informações divulgadas apontam que seu quadro clínico é estável.

Deputado acompanhou debate presidencial

Aliado do presidente Lula, André Janones acompanhou o debate promovido pela Band e chegou a utilizar suas redes sociais para comentar o confronto entre os candidatos à Presidência da República.

Após o evento, o deputado publicou vídeos direcionados aos seguidores. Em uma das gravações, relatou estar bastante cansado, situação que chamou a atenção após a divulgação de sua internação.

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Janones é conhecido por sua atuação nas redes sociais e pela participação nas campanhas políticas do presidente Lula, especialmente na mobilização de apoiadores por meio de grupos de WhatsApp.

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