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Izalci critica prioridades do governo Lula e alerta para crise econômica

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O senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou o governo federal pelos gastos com eventos culturais em um momento que, segundo ele, exige ajustes fiscais rigorosos. O parlamentar destacou que a elevação da taxa Selic para 11,85% ao ano, anunciada pelo Banco Central, reflete o esforço para conter a inflação. Contudo, de acordo com o senador, o Executivo ignora recomendações de austeridade e prioriza despesas que comprometem a estabilidade econômica do país.

— Não vou nem falar aqui do “Janjapalooza”, do novo avião do presidente Lula, dessas coisas que essa turma, eu não sei em que mundo vive. O Brasil precisa de cortes urgentes, de fazer o dever de casa, porque essa conta, a gente sabe quem vai pagar, é o povo. A inflação acumulada já rompeu o teto da meta para 2024, com projeções alarmantes que indicam um futuro de mais juros e menos crescimento — afirmou.

O parlamentar citou um artigo do jornal norte-americano The Wall Street Journal que faz duras críticas à gestão do presidente Lula. Segundo Izalci, o jornal acusa o governo brasileiro de “promover um ambiente econômico hostil e de se alinhar a regimes autoritários na América Latina”. Ainda de acordo com o senador, o artigo afirma que as políticas do governo “configuram uma ameaça global”, provocando aumento da pobreza e declínio econômico no Brasil.

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— O artigo faz uma análise profunda e implacável da gestão petista, apontando para um cenário de desordem econômica, incompetência administrativa e autoritarismo disfarçado de democracia. Enquanto Lula tenta vender ao mundo a narrativa de que seu governo é voltado para os pobres, o Brasil está mergulhado em uma crise fiscal, inflação em alta e fuga de investimentos, tudo em consequência direta das políticas desastrosas do PT. O artigo não poupa palavras ao descrever Lula como um dos principais responsáveis pelo colapso das economias da América Latina — enfatizou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes aponta dificuldades na candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência

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Foto Mayke Toscano

O ex-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (23) que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República enfrenta um cenário de instabilidade e incertezas para as eleições de 2026. Segundo Mendes, os rumores sobre uma possível desistência e disputas internas têm afetado a imagem do projeto político da direita.

Em entrevista à imprensa, Mendes afirmou que há “muitos ruídos” nos bastidores envolvendo o nome de Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para representar o grupo político na corrida presidencial. “O cenário hoje ainda está muito indefinido. Existem muitos rumores de eventual desistência, muito fogo amigo e fogo inimigo”, declarou.

Apesar de avaliar negativamente a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mauro Mendes disse que a direita ainda enfrenta dificuldade para consolidar uma liderança nacional. Para ele, a falta de um nome forte aumenta a incerteza sobre a disputa de 2026. “Existe um vácuo de grandes lideranças. O Flávio está tentando se firmar, mas essa névoa de expectativa não é positiva”, afirmou.

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