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Confúcio aponta má distribuição do Fundo Partidário nas eleições

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O senador Confúcio Moura (MDB-RO) criticou o critério de distribuição do Fundo Partidário, especialmente nas últimas eleições para o cargo de vereador no país. Em discurso no Plenário na terça-feira (26), o parlamentar considerou que muitos candidatos a essas cadeiras, inclusive as mulheres, ficaram à margem desses financiamentos.

— Fizeram campanhas pobres, pequenas, campanhas com recursos próprios muitos deles, e o que a gente pôde observar é que o Fundo Eleitoral não resolveu o problema do ‘caixa dois’. Muita gente saiu catando dinheiro na rua, […] dinheiro sem prestar conta, dinheiro ilegal, inclusive, porque não tinha outro jeito, [outros] até pegando dinheiro emprestado para fazer as suas campanhas.

Para Confúcio, o critério da distribuição desses recursos deveria ser de responsabilidade dos presidentes dos partidos nos estados.

— Não digo que eles estão excluindo os vereadores, mas o dinheiro não dava, o dinheiro era muito pouco e não dava para distribuir. Eu mandava lá para um vereador R$ 1 mil, R$ 2 mil para fazer campanha e poucos foram aqueles que tiveram R$ 20 mil, R$ 30 mil de fundo em Rondônia, muito poucos candidatos — relatou o senador.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes aponta dificuldades na candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência

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Foto Mayke Toscano

O ex-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (23) que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República enfrenta um cenário de instabilidade e incertezas para as eleições de 2026. Segundo Mendes, os rumores sobre uma possível desistência e disputas internas têm afetado a imagem do projeto político da direita.

Em entrevista à imprensa, Mendes afirmou que há “muitos ruídos” nos bastidores envolvendo o nome de Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para representar o grupo político na corrida presidencial. “O cenário hoje ainda está muito indefinido. Existem muitos rumores de eventual desistência, muito fogo amigo e fogo inimigo”, declarou.

Apesar de avaliar negativamente a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mauro Mendes disse que a direita ainda enfrenta dificuldade para consolidar uma liderança nacional. Para ele, a falta de um nome forte aumenta a incerteza sobre a disputa de 2026. “Existe um vácuo de grandes lideranças. O Flávio está tentando se firmar, mas essa névoa de expectativa não é positiva”, afirmou.

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