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Comissão debate redução da idade de aposentadoria compulsória no Serpro

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A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados debate, na próxima segunda-feira (25), a redução da idade para aposentadoria compulsória no Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados) de 75 para 70 anos.

O  Serpro é uma empresa pública cujo negócio é a prestação de serviços em Tecnologia da Informação e Comunicações para o setor público.

O debate atende a pedido da deputada Erika Kokay (PT-DF) e está marcado para as 17 horas, no plenário 8.

A audiência será interativa, veja quem foi convidado e envie suas perguntas

Recentemente, a empresa decidiu que a aposentoria compulsória de seus empregados deve se dar aos 70 anos, o que gerou a reação dos funcionários. Na avaliação da deputada, a proposta tem implicações importantes para a administração pública e para os direitos dos trabalhadores.

“A mudança proposta pode impactar a força de trabalho, resultando na saída de profissionais experientes e afetando a continuidade dos projetos e a transferência de conhecimento interno”, afirma Erika Kokay.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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Pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes aponta dificuldades na candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência

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Foto Mayke Toscano

O ex-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (23) que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República enfrenta um cenário de instabilidade e incertezas para as eleições de 2026. Segundo Mendes, os rumores sobre uma possível desistência e disputas internas têm afetado a imagem do projeto político da direita.

Em entrevista à imprensa, Mendes afirmou que há “muitos ruídos” nos bastidores envolvendo o nome de Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para representar o grupo político na corrida presidencial. “O cenário hoje ainda está muito indefinido. Existem muitos rumores de eventual desistência, muito fogo amigo e fogo inimigo”, declarou.

Apesar de avaliar negativamente a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mauro Mendes disse que a direita ainda enfrenta dificuldade para consolidar uma liderança nacional. Para ele, a falta de um nome forte aumenta a incerteza sobre a disputa de 2026. “Existe um vácuo de grandes lideranças. O Flávio está tentando se firmar, mas essa névoa de expectativa não é positiva”, afirmou.

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