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Adiada votação de projeto que proíbe assédio de banco por telemarketing

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A Comissão de Fiscalização e Controle (CTFC) decidiu nesta quarta-feira (13) adiar a votação do projeto de lei que proíbe o assédio telefônico e virtual de bancos e empresas de crédito com ofertas de empréstimos (PL 133/2024). Apresentado pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF), o texto tem relatório favorável do senador Jaime Bagattoli (PL-RO).

A matéria foi retirada da pauta desta quarta pelo presidente do colegiado, senador Omar Aziz (PSD-AM), que afirmou que o assunto será novamente pautado em breve.

A ideia, segundo os parlamentares, é evitar abusos que têm induzido a população ao endividamento. Entre as mudanças, o projeto estabelece a criação de um cadastro centralizado de consumidores que manifestarem a sua vontade de não receber as ofertas por bancos e empresas de crédito. Os operadores financeiros que disponibilizarem produtos ao consumidor não inscrito no cadastro ficarão obrigados a informá-lo sobre a existência do cadastro e a adotar as medidas necessárias a sua inscrição, caso ele manifeste a vontade.

Na justificativa do projeto, Damares afirma que o fornecimento de crédito é importante ao desenvolvimento econômico, mas argumenta que as instituições usam estratégias “agressivas e desrespeitosas” para expandir a sua base de clientes.

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Se for aprovado pela CTFC, o projeto poderá seguir diretamente para a Câmara dos Deputados. Ele só passará pelo Plenário do Senado se houver recurso pedindo que isso aconteça.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes aponta dificuldades na candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência

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Foto Mayke Toscano

O ex-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (23) que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República enfrenta um cenário de instabilidade e incertezas para as eleições de 2026. Segundo Mendes, os rumores sobre uma possível desistência e disputas internas têm afetado a imagem do projeto político da direita.

Em entrevista à imprensa, Mendes afirmou que há “muitos ruídos” nos bastidores envolvendo o nome de Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para representar o grupo político na corrida presidencial. “O cenário hoje ainda está muito indefinido. Existem muitos rumores de eventual desistência, muito fogo amigo e fogo inimigo”, declarou.

Apesar de avaliar negativamente a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mauro Mendes disse que a direita ainda enfrenta dificuldade para consolidar uma liderança nacional. Para ele, a falta de um nome forte aumenta a incerteza sobre a disputa de 2026. “Existe um vácuo de grandes lideranças. O Flávio está tentando se firmar, mas essa névoa de expectativa não é positiva”, afirmou.

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