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Polícia Civil e Sema realizam operação de combate a pesca predatória na baixada cuiabana

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Dema) realizaram entre os dias 02 a 09 de janeiro uma operação conjunta para fiscalização e combate a crimes ambientais, incluindo a pesca em período de defeso e a caça clandestina.

As ações resultaram na soltura de aproximadamente 400 exemplares de pescado e na apreensão de três redes de alhas, usadas em pesca predatória. No trabalho também foi realizada a abordagem de aproximadamente 30 veículos, 50 pessoas, 21 embarcações, bem como a orientações sobre a proibição de pescar durante o período de defeso.

Durante os dias de operação, foram realizadas ações de fiscalização terrestres e fluviais, além de patrulhamentos diurnos e noturnos em municípios da baixada cuiabana, como Cuiabá, Várzea Grande, Barão de Melgaço e Santo Antônio, com objetivo de coibir a pesca predatória e a caça, assim como a abordagens de veículos e pessoas.

Em uma das ações noturnas, os policiais flagraram suspeitos realizando a pesca predatória com uso de redes na região de Santo Antônio do Leverger. Ao perceber a chegada das equipes, os suspeitos conseguiram fugir entrando na mata.

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Os policiais verificaram que nas redes instaladas pelos pescadores havia vários peixes (aproximadamente 60 quilos e/ou 400 animais), que ainda estavam dentro a água, sendo realizada a soltura dos animais.

Conforme a delegada titular da Dema, Liliane Murata Costa, os policiais civis continuarão em parceria com outros órgãos, atuando de forma contínua e permanente em defesa da natureza.

“O principal objetivo dessas operações integradas é reprimir as práticas criminosas e condutas que ultrapassam os limites estabelecidos por lei, causando prejuízos e dano ao meio ambiente, que é um bem fundamental à existência humana”, destacou a delegada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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