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Criminoso é preso em flagrante pela Polícia Civil após inserir dispositivo em terminais para reter cédulas de dinheiro

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Um criminoso com dezenas de registros por delitos contra o patrimônio, em diferentes estados do País, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, em Cuiabá, no momento em que retirava cédulas de um caixa bancário, após inserir um dispositivo para reter as notas.

A Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) foi acionada na manhã de sábado (08.07) pela unidade de segurança institucional do Banco do Brasil que relatou que a central de monitoramento do banco teria identificado uma pessoa que estava inserindo um dispositivo, conhecido como “régua”, em terminais de autoatendimento. O dispositivo tem por finalidade reter cédulas de dinheiro nos terminais.

A equipe policial da GCCO fez monitoramento e identificou o suspeito, A.B.S., de 47 anos, morador de Brasília (DF), no momento em ele chegou na agência do banco, no bairro CPA 2. Ele resgatou várias cédulas retidas na máquina e ao perceber a presença de um dos investigadores no local, fugiu com o dinheiro e o dispositivo, mas logo foi alcançado e preso.

Conforme a central de monitoramento de segurança do Banco do Brasil, para praticar a fraude, o criminoso insere no terminal o dispositivo, que retém as cédulas, e no momento em que um cliente vai efetuar o saque, as cédulas não saem e a pessoa pensa ter havido algum problema com o caixa eletrônico.

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Modus operandi

A central do banco identificou que o criminoso já havia inserido o dispositivo em duas agências do Banco do Brasil, na Capital, uma Avenida Carmindo de Campos e outra localizada na Avenida Pernambuco, no bairro CPA 2.

Conforme a assessoria de segurança do banco, o suspeito é um velho conhecido, pois já cometeu crimes semelhantes em diversas agências em vários estados do País, inclusive, foi preso em flagrante em ocasiões distintas.

No sábado, o criminoso entrou na agência do CPA 2, por volta das 9h40, quando inseriu o dispositivo em uma dos terminais. Em seguida, ele fez a mesma ação na agência do Banco do Brasil na Avenida Carmindo de Campos. Por volta das 12h46, ele retornou na agência do CPA, quando já estava sendo monitorado por um dos policiais da GCCO, removeu o dispositivo e as cédulas do local onde ficaram retidas no terminal.

Ele fugiu do banco ao avistar o investigador, mas foi detido nas proximidades e ainda reagiu à abordagem quebrando o aparelho celular que carregava consigo. Com o criminoso foram apreendidos o valor de R$ 1.780,00, que ele disse ter retirado do terminal de autoatendimento e o dispositivo.

A equipe da GCCO localizou ainda, estacionado próximo da agência, o veículo Fiat Uno e dentro havia outro dispositivo que serve de auxílio para remoção da ‘régua’ instalada nos terminais.

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Os policiais apuraram que na agência BB da Avenida Carmindo de Campos, uma cliente tentou fazer um saque de R$ 200,00 no terminal de autoatendimento em que o criminoso instalou o dispositivo.

“Na agência da Carmindo de Campos ele efetuou a instalação de maneira muito veloz, sendo em dez segundos instala, força o terminal e, posteriormente, retira outro objeto para dar finalização na instalação”, explicou o delegado Rafael Scatolon.

O delegado acompanhou a realização da perícia nas agências e a remoção do dispositivo e informou que o valor tomado da cliente com a fraude foi devolvido e todo o material apreendido será submetido à perícia da Politec.

O suspeito relatou que veio do Distrito Federal e se hospedou em um hotel, nas proximidades da rodoviária da Capital, onde foram feitas buscas em seu quarto.

O criminoso foi autuado em flagrante pelos crimes de furto mediante fraude e resistência e encaminhado para audiência de custódia da Justiça.

A GCCO informou que outras possíveis vítimas da fraude, em especial da agência do CPA 2, devem procurar a gerência para registro da ocorrência.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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