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São Paulo vence o Palmeiras em primeiro duelo da Copa do Brasil

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Na noite desta quarta-feira (05), o São Paulo recebeu o Palmeiras no Morumbi pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil e venceu pelo placar de 1 a 0. O gol foi marcado por Rafinha.

O São Paulo começou a partida com Rafael no gol; Rafinha, Arboleda, A. Franco e Caio na linha defensiva, Pablo Maia, Gabi, Nestor e W. Rato pelo meio, e Luciano e Calleri no ataque.

Na primeira etapa, que terminou sem gols, o Tricolor teve as melhores chances com Calleri e W. Rato. Aos 32 minutos, o camisa nove recebeu a bola na frente, invadiu a área, tirou do goleiro, mas finalizou pra fora. Na segunda oportunidade, W. Rato arriscou de fora da área e o goleiro fez a defesa, mandando a bola pra escanteio por cima do gol.

Perto do fim do primeiro tempo, porém, o time visitante chegou ao gol, que foi anulado por impedimento do atacante.

No início da segunda etapa, o Tricolor teve mais uma grande chance de marcar. Aos 4 minutos, Caio conduziu a bola da intermediária e finalizou pra fora. Em nova chance com W. Rato, aos 33 minutos, a defesa tirou a bola em cima da linha e evitou o gol.

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Depois de insistir, o gol tricolor saiu aos 36 minutos da segunda etapa. A bola sobrou na entrada da área para Rafinha que acertou um lindo chute e marcou um golaço para decretar a vitória na primeira partida.

O próximo jogo do Tricolor será no domingo (09), contra o Red Bull Bragantino, às 16 horas, no Nabi Abi Chedid, em confronto válido pelo Campeonato Brasileiro. Na Copa do Brasil, o São Paulo volta a enfrentar o Palmeiras na quinta-feira (13), às 20h, no Allianz Parque.

SÃO PAULO 1X0 PALMEIRAS

Local: Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 05/07/2023 (quarta-feira)
Horário: 19h30

SPFC: Rafael; Rafinha, Arboleda, A. Franco (Diego Costa, 21/2) e Caio; Pablo Maia, Gabi (Alisson, intervalo), Nestor (David, 32/2) e W. Rato; Luciano (Rodriguinho, intervalo) e Calleri (Juan, intervalo). Técnico: Dorival Júnior

Gol: Rafinha, 36/2

Cartões amarelos: Gabi, 43/1; Pablo Maia, 43/1

PAL: Weverton; Mayke, Luan, Gustavo Gómez, Murilo e Piquerez; Gabriel Menino (Jhon Jhon, 30/2), Richard Ríos e Raphael Veiga; Dudu (B. Lopes. 30/2), e Endrick (López, 30/2). Técnico: João Martins

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Cartões amarelos: Mayke, 41/2, Gustavo Gómez, 44/2

Público pagante: 54.593
Renda bruta: R$ 4.169.660,00

Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Assistentes: Neuza Ines Back (SP) e Danilo Ricardo Simon Manis (SP)
Quarto Árbitro: Bruno Mota Correia (RJ)
Assessor: Marcos Andre Gomes da Penha (ES)
Quinto Árbitro: Fabrini Bevilaqua Costa (SP)
Árbitro de Vídeo: Daiane Muniz (SP)
AVAR: Fabricio Porfirio de Moura (SP)
Assistente de Árbitro de Vídeo 2: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)
Observador de VAR: Giulliano Bozzano (MG)

Fonte: Esportes

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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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