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Polícia Civil autua adolescente por causar pânico e fazer ameaças contra escola

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Policiais Civis da Delegacia de Alta Floresta conduziram um adolescente nesta quinta-feira (13.04) identificado como autor de ameaças a uma escola da cidade. Além das ameaças, o menor também divulgou mensagens racistas e homofóbicas.

O menor de 16 anos foi identificado com apoio da Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), que apurou o usuário do perfil da rede social usado para publicar as mensagens contra uma escola pública da cidade.

Após a identificação, a equipe policial chegou à localização da proprietária do telefone utilizado, que é mãe do menor.

Em entrevista aos policiais, o adolescente assumiu que acessava as redes sociais utilizando o celular da mãe para criar um perfil e expor as mensagens. Ele foi encaminhado à Delegacia de Alta Floresta, acompanhado da mãe, onde foi ouvido e lavrado um Boletim Circunstanciado de Ocorrência pelo crime previsto no Artigo 41, que provocar alarme, anunciando perigo inexistente, ou praticar qualquer ato capaz de produzir pânico ou tumulto.

Escola Segura

A Polícia Civil integra a Operação Integrada Escola Segura, que é nacional, e está identificando quem está se escondendo atrás das telas dos celulares para provocar tumulto. T

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“Destacamos ainda que, de todos os casos em que a DRCI atuou diretamente ou indiretamente, 100% se tratam de trotes, ou seja, fake news e é muito importante que a população ajude freando a divulgação dos conteúdos que estão circulando”, pontua o delegado Ruy Guilherme Peral.

A orientação para as mães, pais e comunidade escolar é que ao receberem vídeos, fotos e mensagens de ameaças ou supostos ataques, que enviem por mensagem para o perfil oficial da Polícia Civil de Mato Grosso (@policiacivil_mt) ou pelo WhatsApp para denúncias (65) 99973-4429, além do 197 e 181.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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