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Internacional vence o Goiás e mantém vice-liderança do Brasileirão

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O Inter venceu o Goiás por 4 a 2, neste domingo (09.10). Os gols de Alan Patrick (dois), De Pena e Maurício, levaram o clube gaúcho aos 57 pontos, nove atrás do líder Palmeiras e 11 de vantagem para o Atlético-MG, primeira equipe fora do G-6. O resultado ampliou a invencibilidade do time para 11 jogos (10 no torneio nacional). Os gols visitantes encerraram uma invencibilidade de 698 minutos sem os goleiros colorados serem superados no Beira-Rio.  

Para um jogo que se imaginava um adversário retrancado, o treinador colorado optou por sacar Liziero e Edenilson do time para os reingressos de Johnny e De Pena. No gol, Keiller teve confirmada sua titularidade no primeiro jogo após o retorno de Daniel, recuperado de uma lesão ocular.

A primeira parte do jogo começou e terminou da mesma maneira. Os lances inicial e final saíram de pés goianos. No primeiro, Keiller espalmou o chute que Maguinho tirou da cartola. Aos 47 minutos, o salto do novo dono do gol colorado foi insuficiente para desviar a bola, que encontrou o travessão. No rebote, Pedro Raul empatou o jogo em 2 a 2.

Era um final de primeiro tempo improvável, mas que serviu como penalização aos erros cometidos pela defesa colorada. A segunda igualdade surgiu aos 47 minutos, após um erro de passe de Renê. Antes,aos 32 minutos, o gol do 1 a 1, também marcado pelo centroavante, teve uma série de pequenas falhas que culminaram em uma mão boba de Bustos dentro da área.

Foi um desfecho inesperado, principalmente pelos primeiros 25 minutos de partida. Nesse período, o Inter teve domínio e controle do jogo, mas foi às redes somente uma vez. Entre a defesa de Keiller na primeira jogada da manhã até Mauricio fazer o 1 a 0, aos 12 minutos, os colorados moraram no campo de ataque. Insistiram tanto até que venceram o goleiro Tadeu. 

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O gol surgiu após De Pena roubar a bola no campo de ataque e achar Pedro Henrique. O chute do atacante passou pelo goleiro, mas a zaga afastou. A sobra caiu para Mauricio inaugurar o placar.

O ritmo colorado diminuiu pouco a pouco até o apagão defensivo no lance que gerou o pênalti de empate. Era hora de recomeçar com um rota muito parecida com a do primeiro gol. De Pena, em um passe por cobertura, encontrou Pedro Henrique às costas da defesa. De calcanhar, PH obrigou o goleiro a salvar. O rebote parou em Alan Patrick para fazer o 2 a 1. Mas antes que o intervalo chegasse, Pedro Raul igualou outra vez. 

O segundo do Goiás deixou uma marca no torcedor presente nas arquibancadas do Beira-Rio. Um murmurinho foi trilha sonora nas primeiras movimentações. Ele ganhou força pelo maior ofensivo dos visitantes. Só havia uma solução para  mudar o clima no estádio. Ela se materializou aos 11 minutos, quando Mauricio centrou e Alan Patrick, de cabeça, voltou a colocar os colorados em vantagem.

Ao contrário de outros momentos, o Inter não sentou no resultado e foi em busca do quarto gol para ter algum conforto até o final do jogo. O Goiás tentou, ao seu modo, igualar o placar pela terceira vez, o que deixou os instantes finais elétricos, transformando um jogo que se desenhou convencional em suas primeiras movimentações em um duelo emocionante. 

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A tranquilidade veio no último lance do jogo. De Pena se antecipou ao goleiro, roubou a bola após um lateral mal cobrado e, com o gol livre, deixou o almoço colorado mais animado.

FICHA TÉCNICA

INTER 4 x 2 GOIÁS

BRASILEIRÃO — 31ª RODADA — 9/10/2022

INTER: Keiller; Bustos, Rodrigo Moledo, Vitão e Renê; Johnny (Wanderson, 27’/2T) e De Pena; Mauricio (Liziero, 18’/2T), Alan Patrick (Taison, 38’/2T) e Pedro Henrique (Edenilson, 27’/2T); Alemão. Técnico: Mano Menezes.

GOIÁS: Tadeu; Maguinho; Lucas Halter, Reynaldo e Hugo (Danilo Barcelos, 31’/2T); Auremir (Fellipe Bastos, 42’/2T), Diego (Nicolas, 31’/2T) e Luan Dias (Pedrinho Junqueira, 17’/2T); Vinícius (Marquinhos Gabriel, 17’/2T), Pedro Raul e Dadá Belmonte. Técnico: Jair Ventura.

GOLS: Mauricio, aos 12, Pedro Raul, aos 32 e aos 47, e Alan Patrick, aos 41 minutos do primeiro tempo. Alan Patrick, aos 11, e De Pena, aos 50 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS: Pedro Henrique e Mano Menezes (I); Diego, Dadá Belmonte, Hugo, Luan Dias, Danilo Barcelos e Maguinho (G)

ARBITRAGEM: Edina Alves Batista (FIFA), auxiliado por Neuza Ines Back (FIFA) e Daniel Paulo Ziolli (trio paulista). VAR: Daiane Caroline Muniz dos Santos (FIFA-SP).

LOCAL: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre

PRÓXIMO JOGO

DOMINGO, 16/10 – 18H

BOTAFOGO X INTER

ENGENHÃO – BRASILEIRÃO (32ª RODADA)

Fonte: Agência Esporte

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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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