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Quem marcou o primeiro gol do Brasil em cada Copa do Mundo

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Quem será o autor do primeiro gol da seleção brasileira na Copa do Mundo FIFA Qatar-2022? E quanto tempo demorará para a equipe canarinho balançar as redes na competição? Se depender do histórico do único tempo do pentacampeão mundial, a contagem de gols será inaugurada ainda na etapa inicial da partida contra o Sérvia, nesta quinta-feira. Afinal, em 21 participações anteriores em Copas, o Brasil balançou as redes ainda no primeiro tempo da sua estreia em 13 oportunidades. Em outras sete edições, o gol saiu depois do intervalo da rodada inaugural. E na Alemanha-1974, só na terceira partida: foram dois empates por 0 a 0 antes da vitória sobre o Zaire.

  • Brasil só passou em branco em uma estreia em Mundiais

  • Leônidas e Sócrates são os únicos que abriram contagem em duas Copas

  • No Qatar-2022, primeiro compromisso da Seleção será contra Sérvia

Apenas dois jogadores foram responsáveis ​​pelo primeiro gol brasileiro em mais de um Mundial. Leônidas abriu o placar na Itália-1934 e também na França-1938. Sócrates foi o responsável pela marca na Espanha-1982 e no México-1986.

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Do atual elenco de Tite, somente Neymar já teve a honra de inaugurar o marcador canarinho em uma Copa. Oito anos atrás, quando jogou em casa, ele abriu caminho para a vitória por 3 a 1 sobre a Croácia.

Uruguai-1930 Preguinho, 15min do 2º tempo Iugoslávia 2 x 1 Brasil

Itália-1934 Leônidas, 10min do 2º tempo Espanha 3 x 1 Brasil

França-1938 Leônidas, 18min do 1º tempo Brasil 6 x 5 Polônia

Brasil-1950 Ademir de Menezes, 30min do 1º tempo Brasil 4 x 0 México

Suíça-1954 Baltazar, 23min do 1º tempo Brasil 5 x 0 México

Suécia-1958 Mazzola, 37min do 1º tempo Brasil 3 x 0 Áustria

Chile-1962 Zagallo, aos 11min do 2º tempo Brasil 2 x 0 México

Inglaterra-1966 Pelé, aos 15min do 1º tempo Brasil 2 x 0 Bulgária

México-1970 Rivellino, aos 24min do 1º tempo Brasil 4 x 1 Tchecoslováquia

Alemanha Ocidental-1974 Jairzinho, aos 12min do 1º tempo Zaire 0 x 3 Brasil (3ª rodada)

Argentina-1978 Reinaldo, aos 45min do 1º tempo Brasil 1 x 1 Suécia

Espanha-1982 Sócrates, aos 30min do 2º tempo Brasil 2 x 1 União Soviética

México-1986 Sócrates, aos 17min do 2º tempo Espanha 0 x 1 Brasil

Itália-1990 Careca, aos 40min do 1º tempo Brasil 2 x 1 Suécia

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EUA-1994 Romário, aos 26min do 1º tempo Brasil 2 x 0 Rússia

França-1998 César Sampaio, aos 5min do 1º tempo Brasil 2 x 1 Escócia

Coreia do Sul e Japão-2002 Ronaldo, aos 5min do 2º tempo Brasil 2 x 1 Turquia

Alemanha-2006 Kaká, aos 44min do 1º tempo Brasil 1 x 0 Croácia

África do Sul-2010 Maicon, aos 10min do 2º tempo Brasil 2 x 1 Coreia do Norte

Brasil-2014 Neymar, aos 29min do 1º tempo Brasil 3 x 1 Croácia

Rússia-2018 Philippe Coutinho, aos 20min do 1º tempo Brasil 1 x 1 Suíça

Fonte: Agência Esporte

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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