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Comunidade escolar aprova implantação de Escola Cívico-Militar em Várzea Grande

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Em consulta pública realizada no dia 24 de fevereiro na EMEB Abdala José de Almeida, a comunidade escolar aprovou a implantação de uma Escola Cívico-Militar para a rede de Educação Básica de Várzea Grande. O programa deverá ser implementado na própria escola do bairro São Mateus.

A etapa consultiva foi realizada pela Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer como parte do processo de implantação previsto na legislação do Programa. A Consulta Pública contou com a participação de pais, alunos e servidores da escola e a votação obteve 1.061 votos válidos, com a aprovação para a implantação do Programa por 99% dos votos.

De acordo com o secretário Silvio Fidelis, a próxima etapa consiste no envio do resultado da consulta pública para o MEC para a formalização da escola indicada.

O secretário destacou que modelo a ser implementado na EMEB Abdala José de Almeida vai atender cerca de 780 alunos com o objetivo de melhorar o processo de ensino-aprendizagem nas escolas públicas e se baseia no alto nível dos colégios militares do Exército, das Polícias e dos Corpos de Bombeiros Militares.

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“Os militares atuarão no apoio à gestão escolar e à gestão educacional, enquanto professores e demais profissionais da educação continuarão responsáveis pelo trabalho didático-pedagógico, seguindo o programa pedagógico da Base Nacional Comum Curricular (BNCC)”, pontuou o secretário.

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Prefeita aciona Justiça para obrigar Câmara a votar projetos em sessão extraordinária

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), ingressou com um mandado de segurança para que a Justiça determine ao presidente da Câmara Municipal, Wanderley Cerqueira (MDB), a convocação de uma sessão extraordinária para votar projetos considerados urgentes pela administração.

Na ação, o Executivo alega que a ausência da sessão impede a apreciação de propostas essenciais para a gestão financeira do município, entre elas um projeto que amplia o limite para abertura de créditos suplementares e outro que autoriza o parcelamento de débitos previdenciários. Segundo a Prefeitura, a situação pode comprometer a execução de recursos destinados à Saúde e a outras áreas da administração.

O município também afirma que 14 dos 23 vereadores assinaram requerimento favorável à convocação da sessão e pede que a Justiça fixe multa diária ao presidente da Câmara em caso de descumprimento de eventual decisão.

Em nota, a Câmara Municipal negou omissão e afirmou que a sessão extraordinária só pode ser convocada após a conclusão da tramitação das matérias nas comissões permanentes. O Legislativo também argumentou que a própria Prefeitura retirou projetos anteriores durante a tramitação e destacou que já aprovou mais de R$ 155,6 milhões em remanejamentos orçamentários solicitados pelo Executivo em 2026.

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A Câmara informou ainda que apresentará sua defesa caso a Justiça determine o prosseguimento da ação.

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