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Círculo de Paz: Judiciário promove capacitação avançada para 20 facilitadores

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O aperfeiçoamento das habilidades reflete diretamente nos bons resultados de uma instituição, seja a curto, médio ou longo prazo. Com o olhar voltado para a excelência na gestão, o Poder Judiciário de Mato Grosso realizou na manhã desta terça-feira (2 de fevereiro) a quinta aula do Curso Oficial de Formação Inicial para Novos Magistrados (Cofi). Foi apresentado aos 25 juízes e juízas substitutos (as) tema voltado à gestão de pessoas, de gabinete, secretarias, serventias extrajudiciais e atividades administrativas com foco na eficiência e efetividade para a entrega dos serviços à população.
 
Gestão, planejamento e eficiência têm alavancado as atividades judiciais e administrativas no Poder Judiciário de Mato Grosso, assim como a tecnologia tem colocado em evidência o aumento na produtividade na Justiça estadual. A promoção de melhorias, seja no ambiente de trabalho ou na entrega dos serviços, é primordial para resultados com qualidade, o que atende aos anseios da sociedade.
 
Esta foi a tônica do assunto abordado pelo juiz Jeverson Quintieri, que ministrou a aula dinâmica e participativa. O magistrado destacou o papel de gestor que juízes e juízas recém-empossados precisam desempenhar, seja na Diretoria do Foro ou na unidade judiciária que vão atuar.
 
O papel gerencial é um desafio uma vez que a maior parte da formação de magistrados (as) é voltada para a área do Direito e não para questões administrativas.
 
“Uma das coisas que precisamos aprender é ser ágil. Agilidade é uma qualidade, uma habilidade que precisamos desenvolver, para comandar equipe, inclusive como operadores (as)”, diz Jeverson Quintieri.
 
Durante a aula, totalmente participativa e com dinâmicas, o magistrado deu dicas que vão agregar muito no desempenho das funções dos colegas que ali participavam do curso. “Prestem atenção nas pessoas que estão nas comarcas, nos servidores. Quando for conversar com qualquer pessoa, seja advogado, servidor ou cidadão, que seja uma conversa empática, com escuta ativa, onde você se concentra na pessoa. A comunicação com sua equipe e com todas as outras pessoas é muito importante”, orienta.
 
Essa comunicação, conforme o juiz, é de grande relevância para entender a complexidade da organização, como funciona o sistema de produção do Fórum ou unidade e qual o melhor sistema de produção para aquela unidade. “O que o Judiciário quer de nós, juízes e juízas, é que sejamos gestores e gestoras de uma organização que consiga fazer com que o nosso sistema de produção seja efetivo”, afirma.
 
Outros pontos abordados foram os conceitos de produtividade, eficiência e efetividade; objetivos, metas e processos de trabalho; gestão de pessoas; o juiz e os serventuários do Cartório; as atividades administrativas em relação aos serventuários da Justiça; gestão de serventias; gestão de pessoas, de materiais e de resultados no trabalho; administração do gabinete; administração do Cartório; critérios para aperfeiçoar a qualidade da gestão de pessoas; e convivência do Judiciário com outros órgãos a ele vinculados.
 
À tarde terão início as aulas práticas.
 
As aulas, ofertadas pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), começaram na segunda-feira (24 de janeiro) e serão finalizadas no mês de maio. O curso possui aulas teóricas, ministradas por juízes, operadores do sistema de Direito, catedráticos e autoridades de Tribunais Superiores. As aulas práticas serão realizadas nos fóruns de Cuiabá e Várzea Grande. Em complementação a essa grade, estão programadas também rodas de conversas com juízes mais experientes, chamadas Diálogos Institucionais. A ideia é que em conversa com magistrados mais amadurecidos, os novos possam se apropriar das experiências que deram certo ou não.
 
Saiba mais sobre o Curso Oficial de Formação Inicial para Novos Magistrados (Cofi) acessando este link.
 
Leia nos links abaixo matérias que já foram publicadas sobre o assunto:
 
 
 
 
 
 
 
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 

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TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas

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Foto: Alair Ribeiro/TCE-MT

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.

A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.

Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.

Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.

O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

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