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Debatedores apontam falta de recursos para colégios mantidos por universidades

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Participantes de debate na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados apontaram que faltam recursos para o funcionamento dos chamados colégios de Aplicação, que são escolas de educação básica mantidas e geridas por instituições de ensino superior. Representante do governo e de instituições de ensino debateram o tema nesta quinta-feira (28).

Embora essas instituições recebam recursos orçamentários específicos,  elas não são atendidas pelos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (Fundeb) ou de outro programas do Ministério da Educação (MEC), como Dinheiro Direto na Escola, Educação Conectada, Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral.

A presidente do Conselho Nacional de Dirigentes das Escolas de Educação Básica das Instituições de Ensino Superior, Maristela Mosca, destacou que os recursos que são liberados não atendem as necessidades dessas escolas.

“Precisamos reverter essas questões orçamentárias para que a gente possa realmente ser atendido nas nossas necessidades. Nossa dotação orçamentária, neste momento, não dá conta de todo o escopo que nós precisamos para manter essa escola de educação básica de qualidade dentro da universidade”, afirmou.

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O diretor do Fundeb, Anderson Santos, reconheceu a carência de recursos dos institutos de educação. “A gente está falando de um universo de 24 escolas, mais de 15 mil alunos. Eles são referência em educação e a gente tem a consciência de que é preciso dar uma atenção maior em termos de repasse de recursos federais para avançar na qualidade da educação”, avaliou.

A deputada Dandara (PT-MG), que coordenou o debate, destacou a importância dos institutos de educação e a necessidade de fortalecer o financiamento desses colégios de Aplicação. “Queremos fortalecer o financiamento desses colégios, que têm notas e avaliações excelentes, são referências em várias formulações e, nesrte momento, estão passando por situações difíceis de financiamento”, afirmou.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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TCU pode avançar nesta semana em fiscalização proposta pela Coronel Fernanda contra venda casada

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O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar nesta semana a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural, proposta pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A iniciativa volta ao centro do debate em um momento de juros elevados, maior endividamento no campo e restrição ao acesso a financiamentos pelos produtores rurais.

A fiscalização foi solicitada pela parlamentar e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. Agora, caberá ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de crédito rural, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios (seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos), como condição para a liberação dos financiamentos, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise pelo TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, tem defendido a parlamentar.

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Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, órgão supervisor do sistema financeiro, também será objeto da apuração.

A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28/1). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam dinheiro público. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.

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