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Veículos devem cadastrar cinegrafistas para posse da nova Mesa Diretora da ALMT

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A solenidade de posse da nova Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (biênio 2025/2027), será na próxima segunda-feira (3), às 9h, no Plenário das Deliberações Renê Barbour. A instalação da 3ª Sessão Legislativa da 20ª Legislatura acontecerá logo em seguida, às 11h. Está prevista uma coletiva de imprensa para às 12h, no Salão Negro.

Para a cobertura da posse será necessário o credenciamento dos veículos que desejam ter acesso ao Plenário, com liberação de um profissional (cinegrafista) por empresa/instituição. Haverá um espaço reservado a esses profissionais nas galerias, com limite de 30 vagas no total. O link para credenciamento é o seguinte: https://forms.gle/V5jzyJHK7juDyjtY8 (o formulário estará disponível até sexta-feira 31/1 ou enquanto houver vaga).

A cobertura fotográfica dentro do Plenário será realizada com exclusividade pelos fotógrafos da ALMT e as imagens serão disponibilizadas em seguida (no site da Casa de Leis). Portanto, não será autorizada a entrada de fotógrafos de veículos de imprensa externos.

A posse será transmitida ao vivo pela TV, no canal 30.1 na região metropolitana de Cuiabá e 9.2 no interior. No YouTube, é possível assistir pelo @TVAssembleiaMT.

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A nova Mesa Diretora é composta pelos deputados: Max Russi (presidente), Júlio Campos (1º vice-presidente), Gilberto Cattani (2º vice-presidente), Wilson Santos (3º vice-presidente), Dr. João (1º secretário), Paulo Araújo (2º secretário), Diego Guimarães (3° secretário), Elizeu Nascimento (4º secretário), Fábio Tardin – “Fabinho” (5º secretário) e Juca do Guaraná (6º secretário).

Serviço:

9h – Posse da nova Mesa Diretora da ALMT

11h – Sessão de instalação da 3ª Sessão Legislativa da 20ª Legislatura

12h – Entrevista coletiva no Salão Negro

Fonte: ALMT – MT

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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