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CST ouve entidades insatisfeitas com novo decreto ambiental

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Foto: Helder Faria

Durante reunião realizada na tarde desta segunda-feira (02), a Câmara Setorial Temática (CST) criada com a finalidade de promover levantamentos técnicos, estudos, pesquisas e análises das leis, decretos e outras normas ambientais do Estado de Mato Grosso definiu as próximas etapas dos trabalhos.

Os membros presentes entenderam que não houve perda do objeto da CST, apesar da publicação do Decreto nº 1313/2022, que substituiu o Decreto nº 8.188/2006, regulamentando a gestão florestal do estado e, portanto, decidiram dar prosseguimento aos trabalhos.

Nas próximas reuniões, serão ouvidos representantes de entidades que não estão satisfeitas com a publicação do novo decreto, como a Associação Mato-Grossense dos Engenheiros Florestais (AMEF).

“As entidades que não se sentem completamente contempladas com o decreto vão apresentar suas demandas e sugestões e, com essas informações, nós vamos elaborar um relatório para que possamos encaminhar ao Poder Legislativo”, informou o engenheiro florestal e presidente da CST, André Luiz Torres Baby.

Entre os pontos que ainda carecem de mais atenção no que diz respeito à normativa, o presidente cita o manejo florestal sustentável. “A manutenção da nossa floresta em pé, ainda há muitas oportunidades, seja na transparência desse produto de origem florestal ou no próprio plano de suprimento sustentável, que está previsto no Código Florestal Brasileiro, e pode, sim, ser abarcado por esse decreto de forma plena”, salientou.

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A CST foi instalada no dia 18 de abril, por solicitação do suplente de deputado Oscar Bezerra (PV), durante o período em que assumiu a vaga do titular da cadeira no Legislativo estadual, deputado Faissal Calil (Cidadania).

Fonte: ALMT

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Max Russi oficializa apoio do Podemos a Pivetta após consenso entre lideranças do partido

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O presidente estadual do Podemos, deputado Max Russi, afirmou que o partido desistiu de lançar candidatura própria ao Governo de Mato Grosso por não reunir, em tempo hábil, as condições políticas necessárias para viabilizar o projeto. A declaração foi feita nesta quarta-feira (5), durante a oficialização do apoio da legenda à candidatura à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

Segundo Russi, a intenção inicial da maioria da militância era disputar o Palácio Paiaguás, mas, após consultas à base partidária, prevaleceu o entendimento de que o cenário favorecia a manutenção da aliança com o grupo governista.

“Tempo exíguo, as condições não foram reunidas e isso fez com que a gente optasse por um projeto ao governo nos próximos quatro anos”, afirmou.

O deputado destacou que a decisão foi construída em conjunto com prefeitos, candidatos e lideranças do partido, e que o Podemos apresentou ao grupo governista uma série de pautas consideradas prioritárias, como valorização dos servidores públicos e políticas voltadas ao desenvolvimento do Estado.

De acordo com Russi, o histórico de alinhamento entre o Podemos e o Governo de Mato Grosso também pesou na decisão. “A nossa militância entendeu que o melhor caminho era caminhar com os Republicanos e com Otaviano Pivetta”, declarou.

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Com a definição, o Podemos encerra o projeto de candidatura própria e passa a integrar oficialmente a base de apoio à reeleição de Pivetta nas eleições de 2026.

CLICK AQUI e veja o video completos nas redes sociais do Deputado.

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