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CST discute unificação da regulação e reorganização de fluxo assistencial para pacientes com câncer

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A Câmara Setorial temática (CST) de Assistência aos Pacientes Oncológicos da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou a segunda reunião de trabalho nesta segunda-feira (5) e discutiu a necessidade de unificação da regulação e reorganização dos fluxos assistenciais para pacientes com câncer.

A CST foi criada em 2022 e concluiu a primeira etapa dos trabalhos. Em abril deste ano, foi retomada por solicitação do presidente da Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social, deputado Lúdio Cabral (PT), para dar continuidade às discussões e apresentação de propostas.

“Este ano nós estamos focando no fluxo do paciente oncológico e também na unificação das regulações, porque hoje existe uma regulação do município e uma regulação do estado. Isso impede que o fluxo seja célere e todas as demandas do paciente oncológico são urgentes. Essa divisão dificulta muito para o paciente oncológico, que não sabe para onde ir. Ele fica perdido e a única coisa que ele precisa é de assistência”, ressaltou a presidente da CST e da Associação de Apoio aos Pacientes Oncológicos de Cuiabá (AAPOC), Janaina Santana de Oliveira.

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A presidente apontou ainda a falta de clareza em relação ao fluxo de atendimento a pacientes oncológicos e reforçou que um dos principais objetivos da CST é melhorar o protocolo de atendimento em oncologia – estabelecido pelo Ministério da Saúde -, adequando-o à realidade de Mato Grosso.

“O que nós temos percebido é que, pela demora, os pacientes têm chegado ao serviço já com a doença avançada. Isso poderia ser evitado se o fluxo fosse claro”, frisou.

A situação também foi relatada pela médica oncologista e presidente do Grupo de Apoio aos Pacientes com Câncer (GAPCAN), Cristina Inocêncio. Segundo ela, ainda há muita dificuldade e falta de informação durante o processo de atendimento do paciente, o que complica o acesso destes a médicos especialistas e ao diagnóstico.

“O maior problema é o paciente chegar ao diagnóstico. Ele se perde lá da onde ele foi atendido até ele chegar num oncologista realmente. A regulação é uma do estado e outra do município, então se o paciente está inserido em uma, ele não está presente na outra. Às vezes eu tenho vaga em uma e excesso de paciente na outra”, relatou. 

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Cleide Anzil, representante do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso (Cosems-MT), corroborou a necessidade de unificação da regulação no estado e apontou ainda como essencial a implementação de sistema de referência e contrarreferência (RCR), criado para proporcionar a atenção integral ao paciente, favorecendo a troca de informações na rede de atenção, o trânsito do usuário entre as diferentes especialidades médicas e a continuidade do cuidado do indivíduo.

A revisão do Plano Estadual de Oncologia, em conjunto com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), e a atualização dos protocolos dos medicamentos não contemplados na lista do SUS também estão entre os principais objetivos da Câmara Setorial nesta nova etapa dos trabalhos, segundo Elizeth Araújo, secretária da CST.

Fonte: ALMT – MT

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Max Russi oficializa apoio do Podemos a Pivetta após consenso entre lideranças do partido

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O presidente estadual do Podemos, deputado Max Russi, afirmou que o partido desistiu de lançar candidatura própria ao Governo de Mato Grosso por não reunir, em tempo hábil, as condições políticas necessárias para viabilizar o projeto. A declaração foi feita nesta quarta-feira (5), durante a oficialização do apoio da legenda à candidatura à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

Segundo Russi, a intenção inicial da maioria da militância era disputar o Palácio Paiaguás, mas, após consultas à base partidária, prevaleceu o entendimento de que o cenário favorecia a manutenção da aliança com o grupo governista.

“Tempo exíguo, as condições não foram reunidas e isso fez com que a gente optasse por um projeto ao governo nos próximos quatro anos”, afirmou.

O deputado destacou que a decisão foi construída em conjunto com prefeitos, candidatos e lideranças do partido, e que o Podemos apresentou ao grupo governista uma série de pautas consideradas prioritárias, como valorização dos servidores públicos e políticas voltadas ao desenvolvimento do Estado.

De acordo com Russi, o histórico de alinhamento entre o Podemos e o Governo de Mato Grosso também pesou na decisão. “A nossa militância entendeu que o melhor caminho era caminhar com os Republicanos e com Otaviano Pivetta”, declarou.

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Com a definição, o Podemos encerra o projeto de candidatura própria e passa a integrar oficialmente a base de apoio à reeleição de Pivetta nas eleições de 2026.

CLICK AQUI e veja o video completos nas redes sociais do Deputado.

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