POLÍCIA
Polícia Civil indicia mãe e filha por extorsão contra morador de Juara
POLÍCIA
Mãe e filha foram indiciadas pela Polícia Civil pelo crime de extorsão contra um morador de Juara. O inquérito policial foi concluído nesta quarta-feira (26.07) e encaminhado ao Poder Judiciário.
Em maio deste ano, a vítima procurou a Delegacia de Juara e declarou que manteve relação extraconjugal com a filha de uma funcionária de sua propriedade. Depois, ambas exigiram vantagem financeira para não divulgar o relacionamento a familiares e amigos da vítima.
A mulher de 29 anos fez vídeos dos encontros e usou as imagens para extorquir a vítima, que já havia lhe entregue quantias mensais em dinheiro, durante o período em que se encontraram.
Em depoimento na delegacia, a filha alegou que mostrou os vídeos para um amigo da vítima na intenção de receber o valor de R$ 20 mil e mais um veículo para que não mostrasse os vídeos a outras pessoas. Ela disse ainda que a vítima lhe pagava quantias em dinheiro, que combinavam previamente, antes da realização dos encontros.
Já a mãe, que era funcionária da vítima, alegou que a filha lhe disse que a vítima não mais a atendia e que ela ‘precisava receber para seguir a vida’.
Conforme previsto no Código Penal, o crime de extorsão se carateriza pela prática de constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, com o intuito de obter para si ou a outro vantagem econômica indevida, a fim de deixar de fazer ou tolerar que se faça algo. A pena prevista é de quatro a dez anos e multa.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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