CUIABÁ

POLÍCIA

Polícia Civil empossa 36 novos servidores nos cargos de delegado, escrivão e investigador

Publicados

POLÍCIA

A Polícia Civil de Mato Grosso empossou, nesta quarta-feira (12/3), 36 novos servidores. Ao todo, são 14 novos delegados, 4 escrivães e 18 investigadores que ingressam na carreira.

O ato de nomeação dos 36 novos policiais civis foi publicado no Diário Oficial do Estado no dia 19 de fevereiro de 2025 e faz parte do pacote de medidas integradas de combate ao crime organizado “Tolerância Zero”.

“O ‘Tolerância Zero’ é o programa por meio do qual a nossa delegada-geral, Daniela Silveira Maidel, convenceu o Governo a fazer novos investimentos, especialmente dentro dessa instituição. Porque, se a política estratégica é fazer o enfrentamento às facções criminosas, ainda que tenhamos um investimento claro em tecnologia, precisamos de servidores para realizar o nosso trabalho”, afirmou o secretário-adjunto de Segurança Pública, coronel Heverton Mourett.

Agora, os empossados passarão pelo curso de formação técnico-profissional, na Academia da Polícia Civil de Mato Grosso (Acadepol-MT), com duração de 5 meses e, após a formação,, serão lotados em delegacias do interior do estado.

Leia Também:  Polícia Civil busca pedreiro que matou companheira em Rondonópolis

“Ser policial civil significa superar limites. Além disso, devemos lembrar que a confiança e a credibilidade da sociedade será depositada em vocês. Precisamos agir com ética, transparência e em conformidade com a lei. Que vocês sejam a diferença que vocês querem ver nesse mundo. Honrem a tradição e a missão da Polícia Judiciária de Mato Grosso”, aconselhou a delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Silveira Maidel.

Diretor da Academia da Polícia Civil, o delegado Fausto José Freiras da Silva frisou em seu discurso aos novos empossados a importância do trabalho que realizarão dentro da instituição, que já tem mais de 182 anos de compromisso com a segurança, com a Justiça e com o cumprimento das leis.

“Vocês têm agora a missão de dar continuidade a esse árduo trabalho. A profissão de policial civil é uma das mais nobres e essenciais em nossa sociedade. Vocês serão responsáveis por investigar crimes, buscar a verdade, proteger os direitos dos cidadãos e trabalhar em prol da justiça. A sociedade espera muito de vocês, deposita muita confiança em vocês e vocês precisarão honrar e corresponder a essa confiança”, orientou o delegado.

Leia Também:  PRF apreende bicicletas furtadas em operação de fiscalização em Sorriso, MT

Fonte: Policia Civil MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍCIA

Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

Publicados

em

Imagens Policia Civil

Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

Leia Também:  7ª edição da Corrida do Bope é realizada neste domingo (12)

As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA