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Polícia Civil deflagra Operação Corixo para combater pesca predatória

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), deflagrou no domingo (01.10) a Operação Corixo, para cumprimento de mandado de busca na região do Pantanal, município de Poconé (104 km ao sul de Cuiabá).

A ordem judicial de busca foi cumprida em um pesqueiro situado em Porto Cercado, onde foi apreendida uma espingarda calibre 22 com sete munições.

O gerente do estabelecimento comercial, de 61 anos, foi conduzido até a Delegacia de Poconé, ouvido e autuado em flagrante por posse irregular de arma de fogo de uso permitido.

Na ocasião também foram feitas abordagens, fiscalização educativa e orientativa, bem como falado sobre o início da Piracema, período de proibição da pesca devido a reprodução dos peixes, quando eles sobem as correntezas para a desova.

As investigações inciaram alguns meses, após denúncia de pesca predatória de peixe fora da medida e uso de rede, em uma área de reserva permanente, protegida e com a função ambiental de preservar os recursos hídricos.

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Conforme apurado pela Dema, no local há pessoas que não se inibem com a presença das forças de segurança pública na região, e praticam a pesca ilegal de forma reiterada.

Nome da operação

Corixo é um curso d’água que pode apresentar diversos tamanhos e larguras, como se fossem braços de rios, que se formam durante a cheia na planície pantaneira.

Na época da vazante eles levam essa água espalhada pela planície de volta ao curso do rio. Corixos podem ligar os canais dos rios com lagoas, áreas alagadas, baías e também a outros rios próximos nos períodos de cheia.

A origem desse termo está relacionada aos períodos de vazante (quando a água começa a escoar) e de cheia do Pantanal, por isso, apresentam uma enorme concentração de vida selvagem, devido à quantidade de água que retém.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil lamenta falecimento de filho de escrivães lotados em Cuiabá

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A Polícia Civil de Mato Grosso lamenta profundamente o falecimento de Murilo Santana Oliveira, de 4 anos e 10 meses, filho da escrivã de polícia, Fernanda Ariana Auxiliadora Santana Oliveira, lotada na Coordenadoria de Tecnologia de Informação (Coti) e do escrivão de polícia, Kleber Lauro Vani de Oliveira, lotado no Plantão de Atendimento a Vítima de Violência Doméstica e Sexual de Cuiabá.

A criança faleceu, nesta terça-feira (7.4), em razão de condições delicadas de saúde, enfrentadas desde o seu nascimento.

O velório será realizado a partir das 21 horas desta terça-feira (7), na Capela Jardins, Sala das Roseiras, no bairro Bandeirantes. O sepultamento do corpo será realizado na quarta-feira (8), às 10 horas, no Cemitério Parque Bom Jesus de Cuiabá.

À família, a Polícia Civil esterna solidariedade e condolências.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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