ECONOMIA
A teoria do cavalo morto e os erros da persistência
ECONOMIA
Tem uma situação que se repete em empresas, negócios e também em diferentes contextos profissionais: investir tempo, dinheiro e energia em algo que não apresenta os resultados esperados e, ainda assim, insistir em novas tentativas para reverter a situação.
Em vez de interromper a estratégia, muitas organizações optam por alterar processos, contratar consultorias, investir em treinamentos ou reformular estruturas, mantendo esforços em iniciativas que continuam sem apresentar resultados consistentes.
Esse comportamento tem sido discutido em estudos sobre tomada de decisão e economia comportamental e pode influenciar diretamente a sustentabilidade e a competitividade dos negócios.
A sabedoria que vem de longe
Um conhecido ditado atribuído a povos indígenas norte-americanos afirma: “Quando você descobrir que está montando um cavalo morto, a melhor estratégia é desmontar.” A frase tornou-se uma metáfora frequentemente utilizada no ambiente corporativo para ilustrar situações em que empresas e profissionais insistem em estratégias, produtos ou projetos que deixaram de apresentar resultados.
Entre as reações mais comuns observadas nesses cenários estão:
- Aumentar investimentos em iniciativas que não apresentam retorno;
- Substituir equipes ou lideranças;
- Contratar consultorias adicionais;
- Buscar referências externas sem alterar fatores estruturais;
- Reduzir metas para adequá-las aos resultados obtidos;
- Reposicionar produtos ou serviços sem evidências concretas de demanda.
Por que é tão difícil desmontar?
Especialistas em comportamento organizacional apontam que decisões relacionadas ao encerramento de projetos envolvem fatores emocionais, financeiros e reputacionais.
Além dos recursos investidos, entram em jogo aspectos como expectativas criadas, histórico profissional, posicionamento perante clientes e percepção de sucesso ou fracasso. No entanto, o custo de manter uma estratégia inviável pode ser superior ao custo de interrompê-la e redirecionar esforços para novas oportunidades.
De acordo com Marcio Zeppelini, empresário, empreendedor social e especialista em desenvolvimento humano e organizacional, reconhecer o momento adequado para interromper uma estratégia pode representar uma decisão relevante de gestão.
“A capacidade de reconhecer o momento de interromper uma estratégia pode ser tão importante quanto a decisão de iniciá-la”, afirma.
Como identificar quando é hora de mudar?
Algumas perguntas podem auxiliar na avaliação de projetos e estratégias:
- Mudanças vêm sendo realizadas há mais de seis meses sem alteração significativa dos resultados?
- A defesa do projeto está baseada em indicadores objetivos ou em fatores emocionais?
- Se a decisão fosse tomada hoje, o mesmo caminho seria escolhido novamente?
- A base de clientes diminuiu ou nunca atingiu volume suficiente para sustentar o negócio?
- A operação está sendo mantida por endividamento, e não pela geração de receita?
Segundo especialistas em gestão e comportamento organizacional, respostas afirmativas a essas questões podem indicar a necessidade de reavaliar estratégias e modelos de negócio.
Interromper também pode ser estratégia
Encerrar um projeto não significa necessariamente abandonar o aprendizado adquirido durante sua execução. Questões relacionadas ao comportamento do cliente, aos processos implementados, às competências desenvolvidas e aos relacionamentos construídos podem representar ativos importantes para futuras iniciativas.
Persistência e capacidade de adaptação
A persistência é frequentemente apontada como uma característica importante do empreendedorismo. No entanto, especialistas alertam que a continuidade de estratégias comprovadamente ineficazes pode representar um obstáculo ao desenvolvimento organizacional.
Para Marcio Zeppelini, a capacidade de avaliar resultados e adaptar estratégias é parte fundamental do processo empreendedor.
“A persistência pode ser uma virtude importante, mas a capacidade de reconhecer a necessidade de mudança também faz parte da construção de resultados sustentáveis”, conclui.
Mais informações podem ser acessadas no perfil profissional de Marcio Zeppelini no LinkedIn.
ECONOMIA
DPSP lança benefício educação ilimitado para colaboradores
Reforçando seu compromisso com o desenvolvimento de pessoas e a aprendizado contínuo, a DPSP, empresa do varejo farmacêutico responsável pelas redes Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo, lançou o Aprendo+, programa de educação desenvolvido, em parceria com a Unico Skill, criadora do primeiro vale-educação ilimitado do país. A iniciativa disponibilizou 1.000 licenças, oferecendo aos colaboradores acesso ilimitado a mais de 26 mil cursos de graduação, pós-graduação, idiomas e formações técnicas, disponíveis em mais de 100 instituições de ensino nacionais e internacionais.
O Aprendo+ faz parte da estratégia da DPSP de promover uma cultura de aprendizado contínuo, incentivando o protagonismo no desenvolvimento de carreira e ampliando o acesso à educação para seus colaboradores. A iniciativa complementa as ações já realizadas pela Universidade Corporativa da companhia, fortalecendo a formação profissional em diferentes etapas da jornada dos colaboradores. “A parceria com a Unico Skill nasceu de uma convicção: cultura não é discurso, é prática. Ao oferecer educação ilimitada, damos aos nossos colaboradores o protagonismo para construir suas próprias trajetórias, e isso fortalece tanto as pessoas quanto o negócio”, afirma o CHRO da DPSP, Sergio Piza.
Em um setor que tem o cuidado com as pessoas como essência, o desenvolvimento constante das equipes contribui para fortalecer a qualidade do atendimento, a experiência dos clientes e a evolução da companhia.
O cenário nacional torna esse desafio ainda maior. Segundo o Manpower Group, 80% dos empregadores brasileiros relatam dificuldade para encontrar profissionais com as habilidades que precisam.
“Educação dentro das empresas sempre foi vista como custo. O que os dados mostram é o oposto: empresas que investem no desenvolvimento dos seus colaboradores ampliam a probabilidade de retê-los e aumentam a própria lucratividade. O “Aprendo+” é a prova de que o varejo farmacêutico chegou a essa conclusão”, afirma Thaís Azevedo, CMO da Unico Skill. Os dados sustentam a afirmação: pesquisa Gallup mostra que empresas que fizeram investimentos estratégicos no desenvolvimento dos colaboradores têm o dobro de chances de reter talentos e aumentam a lucratividade em 11%.
O modelo tradicional de educação corporativa tem perdido eficácia diante de uma mudança de perfil do colaborador. Hoje, o aprendizado precisa ser flexível, acessível e personalizado. Segundo dados da Unico Skill, 90% dos usuários da plataforma afirmam que não teriam começado a estudar sem o benefício, evidenciando a importância de ampliar o acesso à educação de forma prática e alinhada às diferentes realidades.
Para a DPSP, investir no desenvolvimento de pessoas é parte essencial da estratégia do negócio. A companhia conta com uma universidade corporativa que oferece trilhas estruturadas de aprendizagem e iniciativas voltadas à formação contínua de seus colaboradores. Com foco na evolução constante e na transformação do varejo farmacêutico, a empresa acredita que é por meio do desenvolvimento de talentos que fortalece sua trajetória de crescimento.
Sobre a Unico Skill
A Unico Skill é uma empresa brasileira que busca democratizar o conhecimento no ambiente corporativo, fornecendo educação ilimitada como benefício a funcionários de empresas e seus dependentes. A plataforma conecta empresas, trabalhadores e algumas das melhores instituições de ensino do Brasil, como Mackenzie, PUCPR, PUC RS, Estácio, Fundação Dom Cabral, Coursera, CNA, entre outras, além das melhores universidades internacionais.
Atualmente, o benefício educação da Unico Skill está em mais de 150 empresas, como Bradesco, Bayer, Aché, Nestlé, Solar Coca-Cola, Heineken e outras, que somam mais de 200 mil colaboradores.
Sobre a DPSP
Com a missão de proporcionar qualidade no atendimento, cuidados com a saúde e bem-estar a todos, a DPSP nasceu em 2011 e conta com as redes Drogarias Pacheco, com 132 anos, e Drogaria São Paulo, de 82 anos de história e tradição. A companhia é uma das maiores redes do varejo farmacêutico com mais de 1.650 lojas em nove estados do Brasil, além do Distrito Federal.
Hoje, a DPSP atende seus clientes em lojas físicas, e-commerce, televendas e aplicativo, com uma Central de Relacionamento ao Cliente para suporte e auxílio no pós-venda. As marcas Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo levam em seu DNA uma história de confiança e credibilidade no mercado nacional da saúde, preocupando-se constantemente em oferecer excelência em seus processos e a garantia da satisfação do consumidor.
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