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Polícia Civil cumpre sete mandados judiciais contra grupo investigado por tortura e organização criminosa

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quarta-feira (29.03), a Operação Égide para cumprimento de sete ordens judiciais – três prisões preventivas e quatro buscas e apreensões, contra investigados pelos crimes de tortura, organização criminosa e lesão corporal na Capital.

Os crimes apurados pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) ocorreram em junho do ano passado, após uma vítima ser atraída a trabalhar como caseiro de uma chácara na região do Morro de São Jerônimo, no município de Cuiabá.

A vítima foi procurada por um amigo do dono da propriedade rural, W.R.J, 39 anos, e depois de alguns dias trabalhando, solicitou para deixar o local, quando foi brutalmente agredido pelo dono da chácara, W.R.C.L, 30 anos, e outras três pessoas.

Durante a apuração, a GCCO apurou que os investigados são integrantes de uma facção criminosa e responsáveis por aplicar ‘salves’ na região do bairro Dr. Fábio, em Cuiabá. Além disso, a investigação identificou que o proprietário da chácara também agrediu uma segunda vítima, quando foi preso na ocasião em posse de uma arma de fogo, fato que corrobora a investigação.

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As ordens judiciais da Operação Égide foram deferidas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais da Capital.

A operação conta com apoio das Delegacias Especializada em Crimes Fazendários (Defaz) e de Combate à Corrupção (Deccor).

Operação

Égide na mitologia grega era o escudo de Palas Atena, a deusa da sabedoria grega, da guerra e da justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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