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Polícia Civil cumpre mandados em investigações de furto de defensivos e comércio ilegal de armas para facções

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A Polícia Civil cumpre, na manhã desta terça-feira (01.4), quatro mandados de busca e apreensão domiciliar dentro de duas investigações realizadas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). As investigações, distintas, apuram crimes de furto de defensivos agrícolas em uma fazenda em Sorriso (a 397,2 km de Cuiabá) e o comércio ilegal de arma de fogo por facções criminosas em Rondonópolis (a 218,8 km de Cuiabá).

As ações contam com apoio de equipes das Delegacias Regionais de Sinop e de Rondonópolis, e integram o planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para combate a atuação de facções criminosas, por meio da Operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero, do Governo do Estado.

Duas das ordens judiciais de buscas foram deferidas pela Justiça dentro de apuração do crime de furto qualificado pelo rompimento de obstáculos e majorado pelo repouso noturno, e o furto de R$ 287 mil em agrotóxicos de uma propriedade rural localizada na MT-242, em Sorriso.

O furto ocorreu na madrugada de 03 de março. Os criminosos arrombaram a porta do depósito, onde estavam armazenados os defensivos agrícolas, Também foram subtraídos agrotóxicos em outros dois pontos da fazenda, indicando que os suspeitos tinham conhecimento do local onde os produtos eram armazenados.

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Com base em elementos apurados nas investigações iniciais, o delegado da GCCO, Antenor Pimentel, representou pelos mandados de busca e apreensão, que foram deferidos pela Justiça. As ordens judiciais são cumpridas em duas propriedades rurais, uma delas em Sorriso e outra no município de Nova Ubiratã (a 426,6 km da Capital).

Comércio ilegal de armas

Os outros dois mandados de busca e apreensão foram deferidos com base em investigações que apuram denúncia da venda ilegal de armas para integrantes de facções criminosas em Cuiabá. A ação resultou na apreensão de tabletes de maconha e na prisão em flagrante de um dos alvos por tráfico de drogas.

As investigações são desdobramentos da Operação Follow The Money, deflagrada em março de 2024, ocasião em que foram apreendidas oito pistolas modelo glock e diversos carregadores, na residência de um dos alvos. Diante das evidências, foi instaurada investigação para apurar o possível comércio de armas voltadas para uma facção criminosa, praticado por três investigados.

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Com base nos elementos apurados, foi representado pelo mandado de busca e apreensão contra os suspeitos que foram deferidos pela Justiça. As duas ordens judiciais são cumpridas na cidade de Rondonópolis.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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