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Polícia Civil cumpre mandados de prisão contra autores de golpes pela internet

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) e a Polícia Civil de Minas Gerais, por intermédio da Delegacia de Frutal, deflagraram na manhã desta segunda-feira (03.02), a Operação Venda Fantasma, para cumprimento de quatro mandados de prisão preventiva contra suspeitos de atuar em golpes pela internet.

Nas investigações, foi identificado que os suspeitos, três homens e uma mulher, moradores de Cuiabá e Várzea Grande, atuavam com crimes de fraude por meio virtuais, em especial no golpe do Pix e da falsa venda de produtos pela internet.

Durante os trabalhos, foi apurado que no mês de outubro de 2020, os quatro investigados se associaram previamente com o fim específico de cometer crimes de fraude eletrônica e associação criminosa.

Um dos golpes aplicados pelos suspeitos foi registrado na cidade de Frutal (MG), estando relacionado a compra de uma motocicleta que anunciada nas redes sociais. Na ocasião, a vítima efetuou uma transferência, via PIX, no valor de R$ 4,5 mil, à mulher investigada e logo em seguida, percebeu tratar-se de uma fraude eletrônica.

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Na evolução das investigações, foi identificada a associação criminosa, em que os investigados juntos possuem no total 290 contas bancárias abertas, sendo 200 pertencentes a um único integrante do grupo.

A presente operação se trata de desdobramento do planejamento da DRCI e da Diretoria de Atividades Especiais (DAE) da Polícia Civil para a repressão a fraudes eletrônicas e delitos conexos no Estado de Mato Grosso. A ação contou com apoio de uma equipe da Delegacia Especializada do Meio Ambiente para o cumprimento das ordens judiciais.

Nome da Operação

Venda Fantasma faz referência a circunstância de que a motocicleta produto da venda não existir.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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