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Polícia Civil cumpre 60 mandados judiciais na 1ª fase da Operação Incarceratus

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Sessenta mandados judiciais foram cumpridos pela Polícia Civil, por meio da Gerência Estadual de Polinter e Capturas, na primeira fase da Operação Incarceratus, deflagrada no mês de fevereiro deste ano.

Nesta 1ª fase da operação foram priorizados mandados referentes ao tráfico de drogas, roubo, furto, extorsão, violência doméstica, estelionato e organização criminosa. As determinações judiciais cumpridas são decretadas com base em investigações de diversos inquéritos policiais instaurados pela Polícia Civil em Mato Grosso.

Durante os 28 dias correntes de fevereiro, as ordens de prisões preventivas e temporárias contra criminosos ligados a uma facção criminosa instalada no Estado foram cumpridas pela equipe da Polinter, de forma ininterrupta, na Região Metropolitana de Cuiabá.

Foram cumpridos 32 prisões contra pessoas procuradas pela Justiça e que estavam em liberdade. Além de 28 mandados em desfavor de indivíduos que estão sob a custódia do Estado, recolhidos no Complexo Penitenciário Agamenon Lemon Dantas e na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto, e respondem a outros processos criminais.

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Conforme a delegada titular da Polinter, Silvia Pauluzi, os policiais civis dedicaram por semanas com foco na identificação e localização do paradeiro de foragidos da Justiça, que praticaram os mais variados crimes e que estão prestes a receber a liberdade condicional, mas que respondem a outros processos e tiveram novas prisões.

A delegada Silvia Pauluzi explica que o cumprimento das ordens de prisão contra aqueles que ainda têm pendências com Justiça, e que estejam cumprindo penas em unidades prisionais, auxilia para que essas pessoas não recebam o benefício da liberdade condicional e continuem recolhidos.

“O trabalho conta com o apoio do Sistema Prisional e contribui para a efetiva aplicação da lei penal”, destacou a delegada Silvia Pauluzi.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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