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Operação apreende 107 quilos de drogas e causa prejuízo de R$ 2,4 milhões às facções criminosas

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Operação integrada entre o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e a Força Tática de Várzea Grande localizou nesta segunda-feira (1.6) um centro de distribuição de drogas e munições no bairro Jardim Universitário em Cuiabá, causando um prejuízo de 2,4 milhões às facções criminosas.

A ação resultou na apreensão de 107 quilos de entorpecente, sendo 91 quilos de maconha e 16 de cloridrato de cocaína; 79 munições de fuzis, espingardas e pistola; R$ 483 mil em espécie e cheques; e um revólver.

A apreensão ocorreu após troca de informação de que havia chegado uma carga de entorpecente em Várzea Grande. Operadores do Gefron e homens da Força Tática, do 2º Comando Regional da Polícia Militar, iniciaram as buscas e chegaram a uma residência na Capital, que estava sendo utilizada para armazenar a droga e munições.

O entorpecente e as munições foram encaminhadas à Delegacia de Polícia para as providências cabíveis. 



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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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