POLÍCIA
Novo confronto termina com a morte de dois suspeitos do ataque que aterrorizou a cidade de Confresa
POLÍCIA
Esse confronto envolveu equipes da Força Tática e do 8º Batalhão da Polícia Militar do Tocantins.
Marianópolis é um dos municípios da região onde se concentra a operação aos criminosos, que no dia 9 de abril aterrorizam a população de Confresa em Mato Grosso.
Nesta segunda-feira (01.05), as buscas entraram no 23º dia. Teve início após o ataque em Confresa, onde queimaram veículos, fizeram reféns e invadiram o quartel da PMMT em um plano frustrado de tentativa de roubo a uma empresa de valores.
Em Tocantins, para onde o bando fugiu, forças policiais de cinco estados (MT, GO, PA, MG e TO) se uniram em uma força-tarefa com quase 350 policiais, sendo 130 de Mato Grosso, armamentos pesados, viaturas e uma moderna base móvel de comunicação digital deslocado de Cuiabá para a região.
ATUALIZAÇÃO
Até a manhã desta segunda-feira, as polícias confirmaram 11 suspeitos mortos em confrontos, 12 fuzis apreendidos e duas prisões no local da operação. Além disso, dois homens foram presos pela Polícia de Mato Grosso na cidade de Redenção, no Pará, por dar apoio logístico a ação dos criminosos em Confresa.
Fonte: PM MT – MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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