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Autor de roubo em Paranatinga tem prisão cumprida pela Polícia Civil em Barra do Garças

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Um homem investigado pelo crime de roubo ocorrido em Paranatinga (373 km ao sul de Cuiabá), teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município de Barra do Garças.

O suspeito estava com a prisão preventiva expedida pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Paranatinga, que foi cumprida após troca de informações entre a Derf de Barra do Garças e a Delegacia de Paranatinga.

O mandado judicial foi cumprido na Cadeia Pública de Barra do Barças, onde o procurado encontra-se recolhido pelo cometimento do mesmo crime.

De acordo com o delegado de Paranatinga, Eric Martins, a prisão preventiva se faz justa, pois o suspeito é contumaz na prática de crimes, possuindo passagens por roubo, latrocínio, violação de domicílio, tráfico de drogas e homicídio.

Já o titular da Derf de Barra do Garças, delegado Nelder Martins Pereira, destacou a colaboração entre as delegacias municipais distantes, que promove o compartilhamento de informações fortalecendo as ações de combate ao crime.

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Fonte: PJC MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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