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Ministério Público centraliza atividade administrativa em Cuiabá

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Com objetivo de aumentar a eficiência, economicidade, produtividade e celeridade na resolutividade das demandas, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) criou o Centro de Apoio Administrativo (CAAD) das Promotorias de Justiça da Capital, unidade de apoio responsável pelo cumprimento das medidas administrativas necessárias à atividade extrajudicial e judicial das unidades. Instituído pelo Ato Administrativo nº 1.163/2023-PGJ (link), o centro entrará em operação no dia 1º de fevereiro (quarta-feira), em Cuiabá, como um projeto-piloto. 

“O CAAD será a unidade de apoio administrativo responsável pelo cumprimento das medidas administrativas necessárias à atividade extrajudicial e judicial das Promotorias de Justiça de Cuiabá, inclusive a realização de diligências externas. A implantação visa atender as lacunas de rotinas administrativas encontradas durante o dimensionamento da força de trabalho, bem como para melhoria da prestação das atividades de suporte administrativo à área-fim, proporcionando, ainda, isonomia no volume de trabalho entre os servidores que desempenham a referida função”, explicou o procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges Pereira, em ofício encaminhado aos integrantes da instituição. 

Apresentado na tarde desta segunda-feira (30 de janeiro) a membros e servidores da instituição, via plataforma Microsoft Teams, o CAAD é um desdobramento do Projeto Otimizar, Padronizar e Simplificar (OPS!), de padronização das rotinas judiciais e administrativas das Promotorias de Justiça, instituído pelo Ato Administrativo nº 820/2020-PGJ. “Temos a experiência exitosa de centralização de atividades administrativas na sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá, que é o Núcleo de Diligências instituído em 2022, cujas premissas e motivos que levaram à sua criação foram agora adotadas em um modelo mais amplo e eficiente de apoio administrativo para a atividade finalística”, acrescentou o procurador-geral de Justiça.

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A promotora de Justiça auxiliar da PGJ Claire Vogel Dutra reforçou que a intenção é que as rotinas administrativas sejam padronizadas para que se tenha maior eficiência e produtividade dos servidores, auxiliando a atividade finalística da instituição. “A ideia é que haja um tratamento isonômico, com critérios objetivos e que a divisão de trabalho passe a ser igualitária para todo mundo, esse é um dos objetivos principais da unificação das secretarias”, ponderou. 

O CAAD foi apresentado pela equipe da Gerência de Desenvolvimento e Projetos do Departamento de Planejamento e Gestão (Deplan). Conforme o servidor Luiz Felipe Coimbra Gaborin, o projeto OPS! foi criado em 2020 com objetivo de modernizar a área fim do MPMT, contudo, a execução foi prejudicada em razão da pandemia. Após o Dimensionamento da Força de Trabalho iniciado em 2021, visando o equilíbrio da demanda de serviço e a distribuição adequada de membros e servidores, o projeto foi retomado no fim de 2022 e está sendo implantado agora. 

Estrutura – O CAAD, que estará vinculado à Coordenação Administrativa das Promotorias de Justiça de Cuiabá, será dividido em Núcleo de Apoio Administrativo e Núcleo de Diligências, sendo o primeiro subdividido em Secretaria Criminal; Secretaria Cível Judicial e Secretaria Cível Extrajudicial. 

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O Núcleo de Apoio Administrativo será responsável por receber os expedientes externos judiciais e extrajudiciais, autuá-los e distribui-los às Promotorias de Justiça, conforme as suas respectivas atribuições definidas pelo Colégio de Procuradores de Justiça; e receber os feitos judiciais e extrajudiciais das Promotorias de Justiça, para cumprimento das medidas administrativas neles determinadas.

Já o Núcleo de Diligências terá a missão de receber e cumprir as diligências externas nos municípios/distritos pertencentes à Comarca de Cuiabá, bem como às Comarcas contíguas, demandadas pelas Promotorias de Justiça da Capital, e receber das unidades ministeriais os processos judiciais, eleitorais e inquéritos policiais para devolução aos seus respectivos órgãos de origem.
 

Fonte: MP MT

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Coronel Roveri destaca investimentos e redução de crimes durante passagem pela Sesp-MT

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O coronel César Roveri voltou a destacar, nas redes sociais, ações e resultados relacionados ao período em que esteve à frente da Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT).

Em uma publicação no Instagram, Roveri reuniu registros de iniciativas desenvolvidas durante sua gestão e mencionou investimentos no fortalecimento das forças de segurança, uso de tecnologia, integração entre as instituições e estratégias de enfrentamento à criminalidade.

Entre as ações citadas está o programa Vigia Mais MT, que ampliou o uso de câmeras de monitoramento em municípios do Estado. A tecnologia passou a ser utilizada como ferramenta de apoio às forças policiais, além de auxiliar em operações e no monitoramento de áreas estratégicas.

Dados divulgados pela Segurança Pública também apontaram redução em determinados indicadores criminais no período. Em 2024, os roubos de veículos em Mato Grosso registraram queda de 28% em relação ao ano anterior. Os furtos de veículos também apresentaram redução no mesmo intervalo.

Roveri também mencionou investimentos em equipamentos, tecnologia e efetivo como parte das medidas adotadas para reforçar a estrutura da segurança pública estadual.

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Cenário eleitoral

A publicação ocorre em meio à movimentação política do coronel, que é cotado para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026.

Apesar do contexto eleitoral, a publicação analisada concentra-se na divulgação de ações e resultados atribuídos ao período em que Roveri comandou a Sesp-MT.

As informações sobre indicadores criminais e resultados apresentados na reportagem têm como base dados divulgados por órgãos públicos e informações atribuídas ao próprio coronel.

A legislação eleitoral estabelece regras para a divulgação de conteúdos relacionados a candidatos e pré-candidatos. A propaganda eleitoral na internet será permitida a partir de 16 de agosto, conforme o calendário das Eleições 2026. Até o início do período permitido, conteúdos jornalísticos devem manter caráter informativo, sem pedido explícito de votos ou elementos que possam caracterizar propaganda eleitoral antecipada.

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